O Santander Brasil realizou a emissão de letras financeiras com cláusula de subordinação.
O valor total da operação foi de R$ 600,3 milhões, em negociações com investidores privados.
Segundo o banco, os recursos serão usados para compor o Nível II do Patrimônio de Referência da instituição.
As letras financeiras têm prazo de vencimento de dez anos, com opção de recompra a partir de 2031.
Os papéis estão autorizados a compor o capital Nível II, com impacto no índice de capitalização do banco.
A operação entra no radar dos investidores por estar ligada à estrutura de capital regulatório da instituição financeira.
Banco do Brasil aprova pagamento de R$ 197 milhões em JCP
O Banco do Brasil aprovou o pagamento de R$ 196,992 milhões em juros sobre capital próprio aos acionistas.
O valor será pago a título de remuneração antecipada e é relativo ao terceiro trimestre de 2026.
O montante equivale a R$ 0,0345 por ação ordinária.
O crédito será realizado em 11 de setembro, com base na posição acionária de 1º de setembro.
No caso dos juros sobre capital próprio, haverá retenção de Imposto de Renda na fonte, conforme a legislação vigente.
O anúncio reforça a política de remuneração do Banco do Brasil, em um momento em que investidores acompanham dividendos, JCP e distribuição de resultados no setor bancário.
Petrobras, PetroReconcavo, Brava e Origem fecham acordo para gás na Bahia
A Petrobras, a PetroReconcavo, a Brava Energia e a Origem Energia firmaram aditivos de longo prazo relativos ao acesso ao processamento de gás natural na Bahia.
Os acordos envolvem a Unidade de Tratamento de Gás Natural de Catu, localizada em Pojuca, e operada pela Petrobras.
Segundo as companhias, os aditivos produzem efeitos imediatos e asseguram a continuidade do processamento da produção de gás natural na unidade.
No caso da PetroReconcavo, os novos contratos garantem acesso à capacidade de processamento entre 2028 e 2037.
A medida atualiza condições comerciais e operacionais, dá mais previsibilidade ao setor e reduz riscos relacionados à disponibilidade de infraestrutura para escoamento e tratamento da produção na Bahia.
O acordo também reforça o papel estratégico da UTG Catu para a energia produzida no estado.
















