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Recomendações 2026: Gerdau, Vibra, Ultrapar e Totvs

Veja o que o programa da BM&C News relatou sobre recomendações, preços-alvo e leituras de casas de investimento para Gerdau, Marcopolo, Vibra, Ultrapar e T

O giro de recomendações apresentado pela BM&C News reuniu, em uma única edição, a leitura atribuída a UBS BB, BTG Pactual, Itaú BBA e Bank of America sobre cinco das ações mais acompanhadas da B3, com foco em preços‑alvo e percepção de risco e oportunidade em 2026.

A seguir, o que foi dito no programa sobre cada papel, como interpretar essas sinalizações e quais limitações o investidor precisa considerar.

Quais são as recomendações citadas para Gerdau em 2026?

O programa dedicou o primeiro bloco à siderúrgica Gerdau, destacando o relato de um movimento de forte valorização das ações desde março, seguido de correção de preços, com a ação saindo de cerca de R$ 16,49 para a casa de R$ 26 e depois recuando para algo próximo de R$ 22, sempre segundo o apresentador, com base em tela do sistema de negociação usado no estúdio.

De acordo com o programa, o UBS BB teria:

– Mantido recomendação de compra para Gerdau.
– Mantido preço‑alvo em R$ 28 por ação.
– Avaliado que o pessimismo do mercado com o papel poderia estar maior do que a realidade, à luz de dados de demanda e importação mencionados pelo apresentador.

Ainda segundo a transmissão, um ponto de atenção seria a possível redução, pela metade, de tarifas de importação de aço canadense pelos Estados Unidos, o que aumentaria a concorrência para Gerdau no mercado norte‑americano. O vídeo não cita nenhum decreto ou norma oficial dos governos de EUA ou Canadá que comprove essa mudança, nem relaciona diretamente o tema a fatos relevantes divulgados pela companhia em seu site de relações com investidores (Gerdau).

O que foi dito sobre Marcopolo, dividendos e recompra de ações?

O segundo destaque do programa foi Marcopolo. O apresentador mencionou uma queda relevante das ações, de um patamar próximo de R$ 7 em abril (a transcrição fala “abril de 2026”, provavelmente por erro de fala, sem esclarecimento no vídeo) para a faixa de R$ 4 em agosto, sem citar dados oficiais de negociação da B3 (B3).

Segundo o relato do programa, a empresa:

Continua pagando dividendos, sinal interpretado como positivo para o mercado.
– Mantém um programa de recompra de ações, com referência a recompras superiores a 49 milhões de ações.

A leitura atribuída ao BTG Pactual no programa é:

Recomendação neutra para Marcopolo.
Preço‑alvo em R$ 8 por ação.
– Avaliação de que a recompra de ações reforçaria a atratividade da avaliação atual, especialmente após um segundo trimestre descrito como mais fraco e um desempenho recente desfavorável em bolsa.

Qualquer leitura mais detalhada sobre lucro, receita ou alavancagem segue dependente de consulta direta aos materiais de resultados publicados pela companhia (Marcopolo).

Como o Itaú BBA avalia Vibra e Ultrapar, segundo o programa?

No bloco sobre distribuição de combustíveis, o apresentador citou a avaliação do Itaú BBA para o setor, com foco em Vibra Energia e Ultrapar.

De acordo com o programa, o Itaú BBA:

– Elevou o preço‑alvo de Vibra de R$ 40 para R$ 45, com recomendação de compra.
– Elevou o preço‑alvo de Ultrapar de R$ 38 para R$ 43, também com recomendação de compra.
– Revisou para cima as projeções de margem EBITDA por metro cúbico, para cerca de R$ 350/m³ em Vibra e R$ 250/m³ em Ultrapar.
– Projetado resiliência das margens do setor de distribuição de combustíveis no terceiro trimestre.

O apresentador também afirmou que as ações de Vibra teriam mostrado recuperação em agosto.

Resumo das recomendações citadas no programa

Tabela com os principais pontos atribuídos às casas de análise:

AçãoSetorCasa de análise (atribuída)Recomendação citadaPreço‑alvo citadoObservação central (segundo o programa)
GerdauSiderurgiaUBS BBCompraR$ 28Pessimismo de mercado visto como excessivo, com risco adicional ligado à concorrência do aço canadense nos EUA.
MarcopoloVeículos / ônibusBTG PactualNeutraR$ 8Recompra de >49 milhões de ações e continuidade de dividendos reforçariam atratividade após 2º tri mais fraco.
VibraDistribuição de combustíveisItaú BBACompraR$ 45Elevação de preço‑alvo e projeção de margem EBITDA em R$ 350/m³, com expectativa de margens resilientes.
UltraparDistribuição de combustíveisItaú BBACompraR$ 43Aumento de preço‑alvo e projeção de margem EBITDA em R$ 250/m³, em ambiente de margens consideradas sólidas.
TotvsTecnologia / softwareBank of AmericaCompraR$ 44Desaceleração vista como temporária; ação estaria com desconto frente a concorrentes globais.

Qual é a leitura para Totvs e o impacto da inteligência artificial?

No bloco final, o programa tratou de Totvs, empresa de tecnologia e software de gestão corporativa listada na B3 (B3).

Bank of America (BofA):

– Mantém recomendação de compra para Totvs.
– Mantém preço‑alvo em R$ 44 por ação.
– Avalia que a companhia combina forte momento operacional com desconto considerado excessivo frente a concorrentes globais.
– Enxerga a desaceleração do segundo trimestre – marcada por maior cancelamento de contratos e provisões para perdas – como um movimento temporário.

O programa também relata a visão, atribuída à Totvs, de que o uso de software permanece central para os clientes e que o negócio estaria em constante reinvenção diante do avanço da inteligência artificial. A cotação, em torno de R$ 31,62, é apresentada sem data, horário ou referência a boletins de negociação da B3, o que impede a conferência exata do valor (B3).

Como usar essas projeções de preço‑alvo na prática?

Sem acesso direto aos relatórios originais nem aos dados completos de balanços, o investidor pode adotar alguns passos mínimos antes de tomar qualquer decisão com base no que ouviu no programa:

1. Confirmar a informação na fonte primária
– Buscar, nos sites de relações com investidores de Gerdau, Marcopolo, Vibra, Ultrapar e Totvs, os fatos relevantes, programas de recompra e releases de resultados mais recentes.
– Verificar as cotações históricas das ações diretamente nos canais da B3 (B3).

2. Ler o racional por trás de cada recomendação
– Identificar, nos relatórios públicos ou apresentações das casas de análise (quando disponíveis), os principais argumentos: cenários de crescimento, premissas de margem, riscos e gatilhos de revisão de preço‑alvo.

3. Confrontar com o próprio perfil de risco
– Entender se a volatilidade histórica dos papéis e a dependência de ciclos setoriais (siderurgia, combustíveis, tecnologia) são compatíveis com o horizonte de investimento e a tolerância a perdas de cada investidor.

Ao acompanhar novos programas e análises sobre essas mesmas ações, o leitor deve priorizar materiais que tragam, além das recomendações, links diretos para documentos oficiais das empresas e da B3, com números verificáveis e datas claras de referência.

Assista ao vídeo abaixo:

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Créditos: depositphotos.com / leungchopan