A Smart Fit (SMFT3) apresentou resultados considerados sólidos no segundo trimestre de 2026, com crescimento de receita, expansão de margens e forte desempenho operacional, especialmente no Brasil e em outros mercados da América Latina.
Apesar disso, as ações da companhia lideraram as perdas do Ibovespa na sessão desta quinta-feira (6), com queda de 7,82%, a R$ 18,38.
O desempenho negativo no mercado foi atribuído a pontos de atenção abaixo da linha do Ebitda. Segundo análise do Morgan Stanley, a empresa registrou receita da divisão “Outros” ligeiramente abaixo do esperado e lucro líquido pressionado por despesas financeiras mais elevadas.
Além disso, a geração de caixa ficou aquém das projeções, refletindo maior consumo de capital de giro, aumento dos investimentos e elevação da dívida líquida, que atingiu R$ 4,6 bilhões ao fim do trimestre.
Embora o resultado operacional tenha sido bem recebido, esses fatores levantaram preocupações entre investidores quanto à qualidade do lucro e à sustentabilidade da geração de caixa no curto prazo.
Ainda assim, analistas destacam que o balanço reforça a capacidade da companhia de continuar expandindo sua rede sem comprometer a rentabilidade operacional, mantendo a tese de crescimento de longo prazo.













