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Custo Brasil encarece consumo e reduz renda das famílias

O avanço do Custo Brasil não impacta apenas a competitividade das empresas, mas chega diretamente ao consumidor na forma de preços mais altos, perda de renda real e uma inflação estrutural resistente. Nesse sentido, um levantamento da CNI mostra que 77% dos empresários apontam a carga tributária como o principal fator de impacto no preço final, reforçando como a estrutura tributária pesa sobre custos e corrói o orçamento das famílias.

Além disso, a pesquisa revela que o conjunto de ineficiências do país, burocracia, logística cara, insegurança jurídica e crédito elevado, também acaba sendo repassado ao consumidor em maior ou menor grau, contribuindo para um ambiente de preços persistentemente altos.

Segundo a entidade, o Custo Brasil drena R$ 1,5 trilhão por ano, quase 20% do PIB, resultado de gargalos como tributação complexa, insegurança jurídica, logística cara, crédito pesado e falta de mão de obra qualificada. Além disso, esses fatores elevam os custos de produção e encarecem desde itens básicos até bens duráveis, reduzindo a capacidade de consumo.

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Como o Custo Brasil impacta preços e consumo?

Economistas afirmam que o repasse desses custos é praticamente inevitável no cenário atual. Por outro lado, quando a operação se torna mais cara, a empresa perde capacidade de investimento e ajusta preços para recompor margens, gerando uma inflação persistente e menos sensível ao ciclo da Selic. Assim, o resultado é um ambiente de baixa produtividade e pressão contínua sobre o consumo.

Logística, burocracia e crédito moldam o preço ao consumidor

A pesquisa da CNI indica que 70% dos empresários apontam a carga tributária como principal entrave competitivo. Além disso, outros fatores estruturais seguem encarecendo o preço final dos produtos e serviços, ampliando o desafio das empresas brasileiras frente à concorrência global.

  • Logística cara: a dependência de longas rotas rodoviárias eleva custos em alimentos, vestuário e componentes industriais.
  • Burocracia e insegurança regulatória: aumentam prazos, custos operacionais e incertezas de investimento.
  • Crédito mais caro: limita inovação e pressiona o custo de capital no país.

Enquanto isso, a competição com produtos importados, especialmente da China, agrava o cenário ao trazer ao varejo itens com menor tributação, pressionando margens e empregos no Brasil.

Efeitos macroeconômicos e risco fiscal

A elevação dos preços reduz renda disponível, freia o consumo e afeta a arrecadação pública, reforçando a pressão sobre a política fiscal. Além disso, quando a economia desacelera, cresce a busca por novas fontes de receita, alimentando um ciclo de aumento de custos que retorna ao consumidor e aprofunda a ineficiência sistêmica.

Reforma tributária será decisiva

Para a CNI, a fase de regulamentação da reforma tributária será crucial para reduzir parte dos entraves históricos. Nesse sentido, se o novo sistema recriar complexidade, o país pode manter o ciclo de baixa produtividade, preços altos e consumo enfraquecido. “Competitividade não é só uma agenda da indústria, é também uma agenda do consumidor”, afirma o economista Alex André.

O que está em jogo para o futuro do consumo?

Enquanto o Brasil convive com ineficiências estruturais, outros países avançam em logística integrada, qualificação técnica, inovação e estabilidade regulatória. Por outro lado, essa defasagem torna produtos internacionais mais baratos e pressiona o preço no mercado interno, reduzindo a competitividade da produção nacional.

O Custo Brasil, portanto, não se limita a questões tributárias ou industriais. Além disso, ele é um vetor decisivo para determinar quanto o brasileiro paga nas prateleiras e o espaço real para consumo, investimento e crescimento sustentado.

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