O Senado aprovou a medida provisória que amplia o Plano Brasil Soberano e libera até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos e pelos impactos da guerra no Oriente Médio.
O texto segue agora para sanção presidencial. Os recursos poderão financiar capital de giro, compra de máquinas, expansão da produção, inovação tecnológica e adaptação a exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade dos mercados internacionais.
O relator também incluiu agroindústria, mineração, cooperativas e associações entre os beneficiários do programa. A garantia das operações ficará inicialmente com o Fundo Garantidor de Crédito ao Comércio Exterior.
Pressão sobre empresas expostas e a ampliação do Plano Brasil Soberano
A medida foi aprovada em um momento de maior pressão sobre empresas brasileiras expostas ao mercado externo. O governo espera fortalecer a competitividade das exportações brasileiras diante de um cenário internacional mais desafiador.
O programa busca oferecer apoio financeiro a companhias afetadas por barreiras comerciais e pela instabilidade global. A combinação entre tarifas americanas, guerra no Oriente Médio e volatilidade das commodities aumentou a preocupação com custos, margens e acesso a mercados internacionais.
Com a aprovação no Senado, a proposta depende agora da sanção presidencial para entrar em vigor. A expectativa do governo é que as linhas de crédito funcionem como instrumento de apoio às exportadoras enquanto as negociações comerciais com os Estados Unidos continuam em andamento.














