O Ibovespa encerrou a sessão praticamente estável nesta segunda-feira, aos 178.000,24 pontos, após reagir na reta final do pregão. O dia foi marcado por baixo volume financeiro, de R$ 15,9 bilhões, inferior até mesmo ao registrado na sessão anterior.
Entre os destaques negativos, a Vale (VALE3) caiu 2,15%, a R$ 74,64, acompanhando a queda de 2,85% do minério de ferro no exterior. As ações da Petrobras também recuaram, com PETR3 (-0,86%) e PETR4 (-0,85%), refletindo a forte baixa do petróleo, próxima de 5%, diante de expectativas de acordo no Oriente Médio.
Por outro lado, os bancos sustentaram parcialmente o índice, com altas generalizadas. O Santander (SANB11) subiu 1,08%, enquanto Itaú (ITUB4) avançou 0,70%, Bradesco (BBDC4) ganhou 0,65% e BTG Pactual (BPAC11) teve alta de 0,56%. O Banco do Brasil (BBAS3) foi exceção, com queda de 0,37%.
No restante do índice, a CSN (CSNA3) liderou as perdas, com baixa de 6,82%, após corte de rating pela Fitch. Também figuraram entre as maiores quedas Prio (PRIO3), com -3,86%, e PetroRecôncavo (RECV3), com -3,19%.
Na ponta positiva, Hapvida (HAPV3) liderou os ganhos, com alta de 5,59%, seguida por Cury (CURY3), que avançou 4,52%, e C&A (CEAB3), com valorização de 3,60%.
O pregão refletiu um ambiente de cautela, com menor liquidez e investidores atentos aos desdobramentos externos, especialmente no mercado de commodities e no cenário geopolítico.

