“Não vejo as criptomoedas como um ativo de proteção, muito pelo contrário”, afirma analista da Empiricus

Usadas como diversificação de carteira, a analista pontuou que são ativos interessantes, mas que não usaria como proteção

As criptomoedas foram colocadas por analistas como uma alternativa para driblar as sanções do bancos russos em razão de não ter regulamentação. No entanto, para Cristiane Fensterseifer, analista da Empiricus, as criptomoedas estão, atualmente, sendo um ativo de risco e de volatilidade maior, até mesmo nas altas extremas, do que um ativo de proteção.

“Eu não vejo as criptos como um ativo de proteção, muito pelo contrario”, disse durante participação na programação da BM&C News.

Fensterseifer explicou que a característica de um ativo de proteção de carteira seria se ele tivesse um movimento contra cíclico ou ao inverso das Bolsas e citou como exemplo o ouro, dólar, euro e até a moeda chinesa, pois tendem a se valorizar nos momentos de crise.

Usadas como diversificação de carteira, a analista pontuou que são ativos interessantes, mas que não usaria para se proteger: “Eu não classificaria eles [criptomoedas] como a parte de defesa da minha carteira e muito menos alocaria uma parte substancial do meu patrimônio devido a grande volatilidade”, destacou.

Confira a análise na íntegra:

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