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Ibovespa cai com tensão política e alta do petróleo no radar

Fechamento do mercado e Ibovespa

O Ibovespa abriu a terça-feira (6) em baixa em meio aos ruídos políticos e a disparada do petróleo. Temas que estão atraindo as atenções de investidores globais. `Às 10h06, o Ibovespa cai 0,08% após abertura, aos 126.822 pontos. Há pouco, o Brent para setembro subia 0,29%, para US$ 77,38 o barril; e o WTI para agosto avançava 1,78%, cotado a US$ 76,46 o barril.

Em Brasília, a CPI da Covid agora divide a cena com os áudios que indicam a participação do então deputado Jair Bolsonaro em um esquema de “rachadinhas”. Já no mundo, a alta do petróleo é destaque no mercado, em meio ao impasse entre os países exportadores. A matéria-prima atingiu o nível mais alto em seis anos. Em Nova York, as bolsas voltam a funcionar hoje, após Independence Day norte-americano, injetando liquidez global.

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Contudo, investidores globais pregam cautela para mais um dia em que assuntos domésticos devem movimentar o mercado, tanto no Brasil quanto no exterior.

Os ruídos políticos acerca das supostas irregularidades na compra de vacinas, o embaço da reforma tributário e a CPI da Covid ensejam cautela no mercado acionário brasileiro. Todos os setores são atingidos por vendas. Bancos, Petrobras e siderurgia empurram o Ibovespa para baixo.

Vale ressaltar que, na próxima sexta-feira (9), a B3 não funciona devido ao feriado municipal de São Paulo referente à Revolução Constitucionalista de 1932. Portanto, os negócios devem um desempenho ameno pelo menos até a próxima semana. Há pouco, às 10h26, o Ibovespa caiu 0,65%, aos 126.101 pontos. Antes, recuava 0,66%, aos 126.080,78 pontos

Juros e dólar em alta

Os juros futuros e o dólar iniciaram os negócios desta terça-feira (6) operando em alta, na medida em que os investidores ponderavam os sinais provenientes do cenário político doméstico e a disparada dos preços do petróleo no exterior, que fortalece os temores inflacionários locais.

Por volta das 9h37, o dólar comercial subia 0,46%, para R$ 5,1100, em meio à valorização da moeda norte-americana ante divisas desenvolvidas. O desempenho, no entanto, destoava do comportamento do dólar contra moedas emergentes, em relação às quais permanecia estável.

No mesmo horário, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passava de 5,74% no ajuste anterior para 5,76%; a do DI para janeiro de 2023 variava de 7,17% para 7,22%; a do contrato para janeiro de 2025 tinha alta de 8,23% para 8,31% e a do DI para janeiro de 2027 avançava de 8,67% para 8,74%.

Petróleo atinge nível mais alto em mais de seis anos

O petróleo opera em alta em mais uma sessão, com destaque para o WTI, a referência americana, que com o retorno dos investidores ao mercado após a folga do Dia da Independência dos EUA atingiu o nível mais alto em seis anos.

A commodity segue se valorizando diante da perspectiva de aumento da demanda por energia, principalmente, nos países desenvolvidos, onde o processo de vacinação contra a covid-19 está mais avançado e se aproxima um verão auspicioso para o consumo e o lazer após o longo período de confinamentos causado pela pandemia. 

Destaques

A bolsa brasileira abriu o pregão em queda, acompanhando a pressão sobre os demais ativos locais, com o dólar sendo cotado acima de R$ 5,10 e a curva de juros futuros incorporando prêmios, em meio à cautela dos investidores com o cenário político local, apesar dos ganhos das commodities no exterior. Petrobras, por exemplo, é negociada em queda, na contramão do sinal positivo exibido pelo petróleo, enquanto a Vale sobe.

Às 10h20, a ação ordinária da Petrobras recuava 0,71% e o papel preferencial da companhia cedia 0,76%, apesar dos ganhos das empresas de energia na Europa, em meio ao impasse entre os países produtores e exportadores de petróleo, o que içou os preços dos barris tipo Brent e WTI no exterior.

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Bradesco ON (BBDC3) cai 0,42% e #BBDC4 -0,44%. A unit do BTG Pactual (BPAC11) perde 0,16% e do Santander (SANB11) -0,37%. Escapa da queda Itaú Unibanco PN (ITUB4), estável.

A ligeira alta de 0,24% do minério de ferro em Qingdao ajuda a Vale (VALE3), que sobe 0,71%. A companhia também recorreu ontem da decisão judicial que impôs pagamento de R$ 1 milhão em danos morais por trabalhador morto no rompimento da barragem da empresa em Brumadinho.

Já CSN ON (CSNA3) cai 1,38%, Gerdau PN (GGBR4) -0,94% e Gerdau Metalúrgica PN (GOAU4) -0,87%. Petrobras acompanha a baixa do petróleo: PETR3 perde 1,01% e PETR4 -1,11%.

Banco Inter lidera altas

As ações do Banco Inter (BIDI11) registram a maior alta do Ibovespa, com valorização de 1,10% (R$ 78,92), após abertura com poucas altas de ações do índice. Vale (VALE3) segue o aumento de 0,24% do preço do minério de ferro em Qingdao e avança 0,71% (R$ 113,97). Já Petrorio (PRIO3) tem alta de 0,42% (R$ 21,58) e Suzano (SUZB3) +0,20% (R$ 59,62).

Petrobras cai acompanhando preço do petróleo

Os papéis da Petrobras recuam nesta manhã, acompanhando o recuo dos preços do petróleo no mercado internacional. Segundo analistas, pesam também os temores com o desgaste político do presidente Jair Bolsonaro e a possibilidade de tributação de 20% sobre os dividendos, já que existe expectativa de a estatal voltar a pagar bons dividendos, na medida em que reduz sua dívida. Há pouco, Petrobras ON (PETR3) recuava 1,45% (R$ 29,26)
Petrobras PN (PETR4) caía 1,18% (R$ 28,51).

Vale vai na contramão do Ibovespa e sobe acompanhando o minério de ferro

Os papéis da Vale estão entre as poucas altas do Ibovespa neste fim de manhã, seguindo a alta de 0,24% do minério de ferro (para US$ 222,36 a tonelada) no porto chinês de Qingdao. A empresa também recorreu da decisão da Justiça do Trabalho que a condenou a pagar indenização de R$ 1 milhão por cada trabalhador morto no rompimento da barragem em Brumadinho em 2019. Há pouco, Vale (VALE) subia 0,38%, a R$ 113,60.

No mesmo setor, CSN Mineração (CMIN3) recuava 0,22%, negociada a R$ 9,15. Siderúrgicas também estão em queda: CSN (CSNA3) recuava 2,52% (R$ 44,41); Gerdau (GGBR4) -0,34% (R$ 29,58); Metalúrgica Gerdau (#GOAU4) -0,51% (R$ 13,78); Usiminas (USIM5) -0,10% (R$ 19,54).

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