O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira (24) em queda, interrompendo uma sequência de três altas consecutivas. O principal índice da bolsa brasileira recuou 0,44%, aos 170.506,66 pontos, com perda de 752,21 pontos.
Apesar da baixa, o índice conseguiu se afastar das mínimas do dia, quando chegou aos 169.668,34 pontos, refletindo um movimento de recuperação parcial no fim do pregão.
Incerteza domina o mercado
O desempenho do Ibovespa foi influenciado por um ambiente de incerteza, com investidores avaliando uma combinação de fatores domésticos e externos.
A ausência de um direcionamento claro manteve o mercado volátil, com oscilações ao longo do dia e maior seletividade por parte dos agentes financeiros.
Dólar sobe e atinge maior nível desde março
No câmbio, o real voltou a perder força. O dólar comercial avançou 0,29%, a R$ 5,202, atingindo o maior patamar de fechamento desde o fim de março.
O movimento acompanha o fortalecimento global da moeda norte-americana, que segue pressionando divisas de países emergentes.
Juros recuam por toda a curva
Na renda fixa, os juros futuros (DIs) apresentaram queda em toda a estrutura a termo, indicando um movimento de ajuste nas expectativas do mercado.
Exterior misto com pressão sobre tecnologia
Em Nova York, os principais índices encerraram o dia sem direção única. O Dow Jones registrou leve alta, enquanto o Nasdaq continuou pressionado por preocupações com o setor de tecnologia, especialmente empresas ligadas à inteligência artificial.
Após perdas recentes que chegaram a superar US$ 1 trilhão em valor de mercado no Nasdaq 100, investidores seguem divididos entre enxergar uma oportunidade de compra ou um sinal de excesso nas valuations.
Além disso, nomes recentes do mercado, como a SpaceX, também passaram a enfrentar maior volatilidade, com aumento das apostas em correções após o forte rali inicial.













