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EXCLUSIVO: ‘Para esta reforma tributária, o melhor é não ter reforma’, diz Alan Ghani

Palácio do Congresso Nacional na Esplanada dos Ministérios em Brasília

A 2ª fase da reforma tributária, proposta pelo ministro da economia, Paulo Guedes, foi enviada no dia 25 de junho deste ano. O mercado reagiu de forma negativa, principalmente com as propostas de tributação de dividendos e a padronização da alíquota do Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ).

Naquele dia, o Ibovespa teve uma forte queda, acima de 2%, digerindo as propostas no Ministério da Economia. Muitos especialistas também não gostaram das propostas.

Entre os que não gostaram da ideia está Alan Ghani, novo economista-chefe da Sara Invest Research. “Não achei [que é] uma reforma tributária boa porque ela tem alguns pontos bastante sensíveis e o principal deles é, na prática, um aumento da carga tributária”, disse.

“Você está dando uma roupagem de algo benéfico, mas na prática é um aumento de carga tributária”, destacou Ghani, que apesar de pontos positivos, acredita que o governo forçou na ideia inicial.

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“Eu acho que essa reforma tributária tem aspectos positivos. Não vamos tirar esses aspectos positivos da reforma tributária, mas do jeito que ela está, ela precisa ser rediscutida. O governo esticou muito a corda”, argumentou o especialista.

“Do jeito que está, é muito ruim. Para esta reforma tributária, o melhor é não ter reforma, se continuar assim.”

Recriação da antiga CPMF

Alan Ghani relembrou as tentativas anteriores do governo federal em criar outras formas de arrecadação. Ele relembrou a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), que logo foi sofreu muitas críticas quando veio à tona.

Em 2019, Paulo Guedes tentou voltar com um imposto semelhante à CPMF, extinta desde 2007. O ministro afirmou que a nova CPMF terá alíquota de 0,2% a 1% e poderia arrecadar até R$ 150 bilhões por ano.

“O governo precisa arrecadar. Veja que a ideia de aumentos de tributos de alguma maneira não é nova”, destacou. Ghani achou que a ideia da CPMF foi descartada de forma muito rápida. “Houve a tentativa de recriação da CPMF, que tem uma demonização muitas vezes excessiva porque ela também tem alguns aspectos positivos que eu acho que merece discussão”, afirmou.

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Alan Ghani Sara Invest
Foto: BM&C News/Eduardo Saraiva

“A CPMF foi muito demonizada. Não foi aberta nem para debate. A sociedade já rechaçou, ficou aquele fantasma da época da CPMF. Mas eu acho que ela teria efeitos menos nocivos do que a tributação de dividendos e fim dos juros de capital próprio. Acredito que o mercado reagiria melhor”, disse Ghani.

O professor finalizou comentando que, caso uma nova CPMF fosse temporária, é possível que o mercado não reagisse de forma tão negativa: “Se ela fosse permanente, com certeza. Uma CPMF permanente, eu acho ruim, porque ela tem efeitos distorcidos, é ineficiente. No final das contas, ela foi feita sobre o juro porque no momento que você vai fazer uma transação, você carrega já uma taxa mais alta para cobrir a CPMF”.

“Entre uma discussão de uma CPMF provisória e essa reforma [tributária], eu sou a favor de uma CPMF provisória.”

Alan Ghani é economista com especialização nos EUA (UTSA) e doutor (PhD) em Finanças pela USP. Atualmente, ele é consultor sobre investimentos no Brasil e no exterior, professor de Economia e Finanças na pós e no MBA da FIA e da SaintPaul. Também é palestrante nas áreas de Economia e Política.

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https://vimeo.com/event/845002

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