O Itaú Unibanco reforçou orientações de segurança para clientes durante a temporada de grandes eventos internacionais de futebol, período em que o aumento no volume de transações comerciais pode ampliar a exposição a golpes e fraudes.
Segundo a instituição, o ambiente de maior circulação de pessoas, compras por impulso e busca por produtos, ingressos, transmissões e serviços relacionados aos jogos pode ser explorado por criminosos tanto no meio digital quanto no físico.
“Megaeventos globais criam ambientes ideais para engenharia social digital, porque combinam emoção coletiva, urgência de compra e alto volume de transações. Por isso, o Itaú investe continuamente em tecnologia e inovação para garantir uma experiência bancária segura, atuando de forma proativa e eficaz para antecipar riscos, mesmo quando eles ainda não são percebidos pelo cliente”, afirma Ana Leda Guedes Tavares, superintendente de Prevenção a Fraudes do Itaú Unibanco.
No ambiente virtual, o banco chama atenção para golpes aplicados por redes sociais e aplicativos de mensagens. Entre os exemplos citados estão links de phishing que simulam transmissões ao vivo gratuitas, ofertas falsas de produtos e promessas de ganho garantido em plataformas de apostas.
Já em locais físicos, como bares e restaurantes em dias de jogos, o maior fluxo de pessoas pode elevar riscos como furto de celulares e fraudes em maquininhas. O banco cita casos de troca de cartões, golpe do visor apagado e uso de QR Codes falsos sobrepostos aos originais.
Quais ferramentas podem ajudar a reduzir os riscos?
Entre os recursos de segurança destacados pelo Itaú estão funcionalidades disponíveis no aplicativo do banco. Uma delas é o Modo Protegido, que permite ao cliente cadastrar locais considerados seguros e definir limites para transações feitas fora desses endereços.
Outra ferramenta é o Limite por Compra, que permite estabelecer um valor máximo para cada compra no cartão de crédito ou débito. Segundo o banco, compras acima do limite são sinalizadas em tempo real, e o cliente pode decidir se aprova ou não a transação.
O Itaú também recomenda o uso de carteiras digitais em smartphones ou smartwatches. A medida reduz a necessidade de portar ou entregar o cartão físico a terceiros, o que pode diminuir riscos de clonagem ou troca de cartões em ambientes movimentados.
No caso do Pix, o banco destaca o Alerta Pix, mecanismo que emite uma notificação antes da conclusão de uma transferência considerada atípica. A ideia é levar o cliente a revisar os dados do destinatário antes de confirmar o envio.
“Nosso suporte vai além da tecnologia. Estruturamos uma rede de confiança que oferece proteção, apoio humano e orientação especializada em cada etapa da jornada. Entendemos que a segurança é um desafio sistêmico e deve ser combatida em rede. Nesse sentido, o conhecimento da população sobre o mecanismo do golpe é fundamental para que esteja sempre atenta e desconfie de promessas e ofertas de fácil ganho”, completa Ana Leda Guedes Tavares.
O banco também reforça que não solicita transferências, estornos, senhas, códigos iToken ou dados de cartão por contato direto com clientes.












