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Fed mantém juros entre 3,5% e 3,75% na primeira reunião de 2026

Decisão era amplamente esperada pelo mercado e reflete postura cautelosa do FOMC

Renata NunesPor Renata Nunes
28/01/2026

O Federal Reserve decidiu nesta quarta-feira (28) manter a taxa básica de juros dos Estados Unidos no intervalo entre 3,5% e 3,75% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão marca a primeira reunião de política monetária de 2026 e reforça a postura cautelosa da autoridade monetária diante de um cenário ainda marcado por inflação elevada e incertezas sobre a trajetória da economia.

No comunicado, o Fed avaliou que os indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continua se expandindo em ritmo sólido, enquanto a criação de empregos tem permanecido em níveis mais baixos e a taxa de desemprego apresenta sinais de estabilização. Apesar disso, a instituição destacou que a inflação permanece acima do nível considerado compatível com a meta de longo prazo.

“O Comitê busca alcançar o máximo emprego e uma inflação de 2% no longo prazo. A incerteza quanto às perspectivas econômicas permanece elevada”, afirmou o Fed.

Fed segue atento aos riscos e duplo mandato

A autoridade monetária ressaltou ainda que segue atenta aos riscos que envolvem seu duplo mandato, estabilidade de preços e pleno emprego, e que continuará adotando uma abordagem dependente dos dados para definir os próximos passos da política monetária.

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Segundo o comunicado, qualquer ajuste futuro na taxa de juros dependerá da evolução das informações econômicas, do balanço de riscos e da dinâmica dos principais indicadores. O Comitê reiterou que está preparado para alterar a postura da política monetária, caso surjam riscos que possam comprometer seus objetivos.

“O Comitê avaliará cuidadosamente os dados recebidos, a evolução das perspectivas e o equilíbrio de riscos”, destacou.

Entre os fatores que seguirão no radar do banco central estão as condições do mercado de trabalho, as pressões inflacionárias, as expectativas de inflação, além dos desdobramentos financeiros e do ambiente internacional.

Voto dos diretores

A decisão contou com apoio da maioria dos membros do Comitê, incluindo o presidente Jerome Powell e o vice-presidente John Williams. No entanto, houve duas dissidências: Stephen Miran e Christopher Waller votaram contra a manutenção da taxa e defenderam um corte de 0,25 ponto percentual já nesta reunião.

A divergência indica que o debate interno sobre o início do ciclo de flexibilização monetária começa a ganhar força, embora a maioria do Comitê ainda veja necessidade de manter uma política restritiva até que haja maior confiança na convergência da inflação para a meta de 2%.

O discurso de Jerome Powell

Em sua entrevista coletiva, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que a economia dos Estados Unidos inicia 2026 “em bases sólidas” e avaliou que o atual patamar da taxa de juros é apropriado para promover progresso em direção aos dois objetivos centrais da autoridade monetária: controle da inflação e sustentação do emprego.

Powell reconheceu que a inflação de bens voltou a apresentar pressão, em parte influenciada pelos efeitos das tarifas comerciais, mas destacou que o processo de desinflação no setor de serviços segue em curso, o que ajuda a manter o cenário inflacionário sob monitoramento. No mercado de trabalho, o dirigente afirmou que a demanda por mão de obra “claramente diminuiu”, acompanhando a desaceleração na oferta de trabalhadores, e acrescentou que a perspectiva para a atividade econômica melhorou desde dezembro, o que pode ser relevante para a dinâmica do emprego ao longo do ano.

Powell também observou que as taxas de juros já se encontram dentro de uma faixa considerada próxima da neutralidade, mas reforçou que a política monetária não seguirá um roteiro pré-definido, com decisões sendo tomadas reunião a reunião, de forma estritamente dependente dos dados.

Além disso, mencionou que, embora o shutdown tenha afetado a atividade no último trimestre, parte desse impacto tende a ser revertida com a reabertura da economia, enquanto o setor imobiliário permanece fraco.

Questionado sobre sua permanência no Conselho do Fed após o término de seu mandato como presidente, em maio, Powell afirmou que não tem “nada a declarar” sobre o tema.

Leitura do mercado

Para Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, a decisão do Fed era amplamente esperada pelo mercado e reforça a leitura de que a autoridade monetária seguirá adotando uma postura cautelosa nos próximos encontros. Segundo ele, a inflação voltou a mostrar aceleração, influenciada por fatores sazonais, o que pode mantê-la mais próxima de 3% do que de 2,5% no curto prazo, enquanto o mercado de trabalho já dá sinais mais claros de desaceleração.

“Os votos refletem uma preocupação crescente dentro do Comitê com a atividade e o emprego, mas se Jerome Powell mantiver um discurso focado na inflação e na dependência dos dados, o mercado deve preservar a expectativa de nova manutenção da taxa na reunião de março“.

Para ele, a dinâmica mais relevante para a política monetária ao longo de 2026 tende a se concentrar no segundo semestre, especialmente após a nomeação do próximo presidente do Fed, o que pode intensificar o debate sobre cortes de juros em um contexto de maior pressão política.

William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, também avalia que a decisão do Fed já estava totalmente precificada pelo mercado, mas chama atenção para o fato de a votação não ter sido unânime. Segundo ele,
o placar de 10 votos a favor da manutenção e dois votos pela redução de 0,25 ponto percentual, de Stephen Miran e Christopher Waller, reforça que há uma divisão relevante dentro do Comitê sobre o momento adequado para iniciar o ciclo de cortes.
“Waller vem sendo citado como possível futuro presidente do Fed, enquanto Miran é visto como um nome alinhado ao presidente Donald Trump, o que adiciona um componente político ao debate”, destaca .
Para o estrategista, a entrevista coletiva de Jerome Powell será determinante para calibrar as expectativas do mercado, especialmente no tom que ele adotará sobre inflação, mercado de trabalho, atividade econômica e a sucessão no comando do banco central.
PRESIDENTE DO POWELL

Foto: Reprodução/Federal Reserve.

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