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S&P 500 bate máximas históricas, mas e agora?

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
12/09/2025
Em dólar, INTERNACIONAL, INVESTIMENTOS E FINANÇAS, MERCADOS, Política Internacional

O S&P 500 renovou máximas históricas em setembro de 2025, em um movimento que reforça tanto o otimismo do mercado quanto as dúvidas sobre a sustentabilidade das altas. Para o estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves, o cenário é positivo, mas abre espaço para correções naturais ao longo do ano. “Historicamente, o índice passa por realizações de 5% quatro ou cinco vezes ao ano. Não seria surpresa ver esse movimento novamente”, avaliou.

Embora os múltiplos de preço sobre lucro estejam em níveis elevados, Alves ressalta que valuation por si só não gera crise. “Não estamos diante de uma bolha. O índice pode corrigir, mas os fundamentos seguem sólidos, sustentados pelo crescimento dos lucros das empresas americanas”, afirmou. Na prática, 60% do desempenho do índice no ano veio do crescimento dos lucros e 40% da expansão de múltiplos.

S&P nas máximas: bull market já está acima da média?

Segundo o estrategista, o atual bull market do S&P 500 já ultrapassou a média histórica em termos de duração e valorização. “Desde outubro de 2022, são 35 meses de alta, quando a média é de 30 meses. O índice acumulou ganhos de 88%, praticamente em linha com a média de 90% dos bull markets anteriores”, destacou. A partir desse ponto, qualquer continuidade será acima da média histórica, mas isso não significa, necessariamente, o fim da tendência.

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Por outro lado, setembro, tradicionalmente um mês fraco para ações, surpreendeu com desempenho positivo na primeira quinzena. “Isso mostra que o mercado não segue apenas padrões estatísticos. Eventos externos como política monetária, declarações de autoridades ou até tensões geopolíticas podem provocar movimentos inesperados”, explicou Alves.

A influência da inteligência artificial no S&P 500

Entre os fatores de sustentação das altas está a inteligência artificial, que vem transformando empresas e setores. “Os investimentos em AI e tecnologia ajudaram o PIB americano tanto quanto o consumo”, disse o estrategista. O caso da Oracle exemplifica essa tendência: a companhia, que já obtém US$ 40 bilhões anuais de receitas em serviços de nuvem e data centers, projeta alcançar US$ 140 bilhões nos próximos anos, apoiada pela demanda de inteligência artificial.

O entusiasmo em torno da AI tem levado investidores a buscar alternativas fora dos nomes mais tradicionais. Apple e Nvidia, por exemplo, não tiveram a mesma performance recente, enquanto outras companhias ligadas a nuvem e robótica ganharam protagonismo. Até empresas tradicionais, como a Waste Management, já testam soluções de automação em reciclagem, demonstrando como a tecnologia se espalha por diferentes segmentos.

O mercado está caro ou ainda oferece oportunidades?

Apesar da percepção de que o índice está “esticado”, William Castro Alves avalia que ainda há espaço para oportunidades seletivas. “O mercado americano é um grande aquário, mesmo quando o índice parece caro, sempre existem empresas com valor atrativo”, comentou. Para ele, a diversificação e a gestão ativa se mostram ainda mais relevantes nesse momento.

Nesse sentido, a busca por setores menos óbvios tem sido uma estratégia para equilibrar portfólios. “Não foi apenas a Nvidia que puxou o índice este ano. Outras empresas também se destacaram, e isso reforça o papel da gestão ativa, que consegue capturar ganhos fora dos principais nomes”, completou.

O que esperar até o fim do ano?

  • Correções de 5% são esperadas ao longo do ano, como parte do ciclo natural do índice.
  • Correções de 10% são menos prováveis, já que uma queda desse porte ocorreu recentemente.
  • A inteligência artificial seguirá como um vetor de crescimento para empresas e setores.
  • Setores menos tradicionais podem ganhar destaque, reforçando a importância da diversificação.

Para Alves, a recomendação é olhar para o longo prazo. “Uma realização amanhã ou depois não fará grande diferença para quem pensa em anos. O investidor precisa manter disciplina e buscar oportunidades em setores que ainda não se valorizaram tanto”, afirmou.

Conclusão

O S&P 500 vive um momento histórico, mas não isento de riscos e ajustes. A influência da inteligência artificial, combinada ao crescimento dos lucros corporativos, ajuda a sustentar a tendência positiva. Ainda assim, correções devem ocorrer e devem ser vistas como parte natural do ciclo de mercado. Para William Castro Alves, o mais importante é que investidores mantenham visão de longo prazo e saibam diversificar, em um cenário que mistura entusiasmo, tecnologia e prudência.

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