A TIM (TIMS3) registrou lucro líquido normalizado de R$ 1,036 bilhão no segundo trimestre de 2026, avanço de 6,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
O desempenho foi sustentado pelo crescimento das receitas e pela disciplina na gestão de custos ao longo do período.
Receita e Ebitda mostram avanço consistente
A receita líquida da companhia somou R$ 6,965 bilhões, alta de 5,5% na base anual.
Já o Ebitda normalizado cresceu 7,0%, para R$ 3,586 bilhões, com expansão de margem de 0,7 ponto percentual, atingindo 51,5%.
Banda larga e V8 Tech impulsionam resultados
O principal destaque do trimestre foi o avanço da base de clientes de banda larga, além da incorporação integral da V8 Tech, adquirida recentemente.
A operação contribuiu para ampliar o faturamento e reforçar a estratégia de diversificação da companhia.
Pós-pago segue como principal motor
A receita de serviços móveis cresceu 4,6%, totalizando R$ 6,369 bilhões, com destaque para o segmento pós-pago.
A base de clientes pós-pagos avançou 6,8%, alcançando 33,6 milhões, enquanto o ARPU subiu 0,7%, para R$ 55,70.
Pré-pago recua com mudança de estratégia
Em contrapartida, a receita do segmento pré-pago caiu 6,9%, refletindo menor volume de recargas e a migração de clientes para planos de maior valor.
A base pré-paga recuou 8%, para 28,2 milhões, embora o ARPU tenha subido 1,1%, para R$ 14,40.
Lucro sem ajustes fica estável
Considerando o resultado sem ajustes, o lucro líquido foi de R$ 970 milhões, leve queda de 0,6% na comparação anual.
O critério normalizado exclui itens não recorrentes e é considerado mais representativo da operação recorrente da companhia.
Venda de produtos recua no trimestre
A receita com venda de produtos caiu 1,5%, para R$ 181 milhões, impactada pela sazonalidade na comercialização de equipamentos de internet das coisas (IoT).
Mesmo assim, o conjunto dos resultados reforça a trajetória de crescimento da TIM, apoiada na expansão de serviços e maior valor por cliente.














