O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta segunda-feira (6), que o governo federal vai devolver aos estados que decidirem zerar o ICMS sobre diesel e gás de cozinha. A iniciativa seria esclarecida em uma PEC que prosseguiria rapidamente no Congresso.
O economista, Alan Ghani, comentou sobre a proposta. “A política é a arte do possível, e não do ideal”, destacou o economista.
Nesse sentido, Ghani explicou que a leitura que o governo teve foi, que se eles simplesmente reduzissem o ICMS sem uma contrapartida para os estados, “não iria passar, os governadores fariam pressão ao Congresso Nacional juntamente com ao senado”.
Portanto, o economista destacou que o governo, dando essa contrapartida aos estados, compensa a perda de arrecadação, ou seja, no efeito líquido os estados não saem perdendo.
Desse modo, Ghani afirmou que assim, aumenta muito a probabilidade de passar. “Porque assim, o governador não ficará com o ônus de ter vetado um projeto que tem potencial de reduzir a inflação e por outro lado, o governador dos estados está ganhando com a arrecadação”, finalizou o economista.
Confira a análise da proposta do ICMS na íntegra:
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