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Construção civil e cautela nos resultados corporativos movimentam o mercado

O mercado nesta sexta-feira (10), está acompanhando o movimento das bolsas internacionais e a queda do petróleo. O cenário externo mais contido e a pressão sobre as commodities refletem diretamente nas expectativas para os resultados corporativos do terceiro trimestre, sobretudo das empresas ligadas à energia e à construção civil.

Nos Estados Unidos, o destaque da agenda é a prévia de outubro do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, além de novas falas de dirigentes do Federal Reserve, em meio a apostas crescentes de cortes de juros ainda neste ano. No Brasil, o presidente Lula lança hoje o novo modelo de crédito imobiliário, em evento em São Paulo, buscando estimular o setor e ampliar o acesso à habitação.

A proposta deve incluir:

  • Aumento do teto de imóveis financiáveis no SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões;
  • Flexibilização no uso dos recursos da poupança pelos bancos;
  • Linha de reforma habitacional entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, de olho na classe média.

O governo ainda lida com o “day after” da derrota da MP do IOF. O PT apresentou projeto para dobrar a taxação das apostas esportivas de 12% para 24%, tentando recompor parte da arrecadação perdida.

Empresas da construção seguem em ritmo acelerado

No setor de construção civil, a Mitre (MTRE3) apresentou desempenho mais tímido. As vendas líquidas somaram R$ 279,7 milhões, queda de 13% no comparativo anual, com aumento de 5,4% nos distratos. Marco Saravalle, CIO da MSX Invest destaca que “a empresa vem decepcionando há alguns trimestres e o resultado reforça um momento de menor tração comercial. O mercado deve reagir negativamente”.

Em contrapartida, a Plano&Plano (PLPL3) surpreendeu positivamente com recorde de R$ 1 bilhão em vendas líquidas, crescimento de 12,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Foram lançados nove empreendimentos, somando R$ 2,1 bilhões em VGV, alta de 99%. O ticket médio avançou 27%, reflexo de produtos mais sofisticados. “A companhia se consolida entre as líderes de habitação popular, com foco em margens e diferenciação. É um case de crescimento consistente dentro do segmento”, pontuou.

A Cury (CURY3) também apresentou expansão robusta: vendas líquidas de R$ 1,8 bilhão (+27%) e VGV de R$ 1,9 bilhão. A produção cresceu 17,8% e o landbank aumentou 19%. Embora a VSO tenha recuado levemente para 40,6%, a empresa mantém base sólida para 2026. “A sazonalidade do segundo semestre tende a ser mais fraca, mas a companhia se prepara para um próximo ciclo ainda mais forte. A força comercial e o pipeline são diferenciais importantes”, disse o CIO.

Cyrela e Marcopolo mostram consistência e liderança no mercado

Entre as grandes incorporadoras, a Cyrela (CYRE3) segue ampliando sua liderança. Foram R$ 5,05 bilhões em lançamentos (+62%) e R$ 3,55 bilhões em vendas contratadas (+11%) no trimestre. No acumulado do ano, o VGV de lançamentos chega a R$ 14,03 bilhões, alta de 123%. “A empresa mantém diversificação geográfica e de marcas, com execução eficiente. O momento do setor de média e alta renda continua muito favorável”, observou Saravalle.

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No setor industrial, a Marcopolo (POMO4) apresentou prévia operacional com bons indicadores, reforçando o otimismo do mercado em relação ao desempenho do trimestre. De acordo com a MSX Invest, a recuperação da demanda por ônibus e veículos pesados deve sustentar resultados positivos, mantendo a consistência de indicadores observada ao longo do ano.

Como o cenário impacta o desempenho das companhias no mercado?

No ambiente doméstico, o foco do mercado corporativo está nas prévias operacionais e resultados divulgados por grandes companhias listadas na B3. Entre os destaques do dia, estão Camil, JHSF, Mitre, Plano&Plano, Cury e Cyrela, nomes que ajudam a medir o ritmo da economia real, principalmente no setor de construção, que apresentou números sólidos na virada do trimestre.

A Camil (CAML3) reportou lucro líquido de R$ 79 milhões, queda de 33,7% na base anual. O Ebitda caiu 12,9%, para R$ 250,6 milhões, e a receita líquida recuou 8,6%, totalizando R$ 2,97 bilhões. Saravalle destacou que os resultados refletem margens comprimidas e consumo mais fraco. “É um trimestre fiscal alinhado à safra, mas ainda com pressão de custos e ajuste de portfólio em andamento”, avaliou.

Já a JHSF (JHSF3) reforçou sua estratégia de diversificação ao anunciar a compra da participação majoritária na BYS International, empresa de charters e serviços para grandes embarcações. O movimento amplia a presença internacional e adiciona previsibilidade ao portfólio. “Esse tipo de aquisição reforça o DNA de luxo e a recorrência de receita no médio e longo prazo. Estimamos que a destrava de valor ocorra em cerca de seis meses, servindo como catalisador para as ações”, afirmou o estrategista.

O que o investidor deve observar a partir de agora?

Com a temporada de resultados ganhando ritmo, o mercado deve acompanhar de perto a dinâmica das margens e da geração de caixa das empresas. O foco recai sobre setores mais sensíveis ao crédito e ao consumo, em um ambiente de juros ainda elevados. Saravalle reforça que o investidor precisa avaliar o horizonte de tempo: “É hora de olhar para companhias com fundamentos sólidos e visão de longo prazo, sem se deixar levar pelo ruído de curto prazo.”

Além disso, o especialista destaca que os balanços do terceiro trimestre devem confirmar o bom momento da construção civil e indicar estabilidade entre as empresas de consumo. “Temos visto uma transição de ciclos. As companhias mais alavancadas em execução e eficiência devem sair fortalecidas, enquanto as de margens mais estreitas continuarão ajustando o ritmo”, concluiu.

Entre dividendos e projeções, as empresas Armac e Paine também figuram no radar, com anúncios recentes de proventos. A MSX mantém cobertura ativa dos principais nomes da Bolsa e destaca que o ambiente atual é de consolidação: uma fase em que o mercado começa a precificar qualidade e consistência de resultados, mais do que apenas crescimento nominal.

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