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Submarino encontra no Pacífico uma formação rochosa a 3.000 metros de profundidade que parece uma estrada de tijolos perfeitamente assentados no fundo do mar

Laila Por Laila
17/05/2026
Em Ciências Naturais

Às vezes, a natureza cria imagens tão improváveis que até parecem obra humana. O submarino que explorava o fundo do Pacífico registrou uma formação rochosa a 3.000 metros de profundidade que lembra uma estrada pavimentada, reacendendo o fascínio pelos mistérios geológicos escondidos no oceano.

Como o submarino localizou essa estrada no fundo do oceano Pacífico?

O registro ocorreu em abril de 2022 durante o levantamento visual inédito da Cordilheira Liliʻuokalani. Essa cadeia de montes inexplorados fica localizada a noroeste do Havaí, nos limites do Monumento Nacional Marinho Papahānaumokuākea (PMNM), uma das maiores áreas de proteção ambiental do planeta.

Ao manobrar o veículo de exploração pelo cume do monte Nootka, a equipe do navio oceanográfico E/V Nautilus deparou-se com uma superfície fraturada em blocos quase idênticos. A disposição simétrica das rochas no leito marinho lembrava tanto uma obra arquitetônica apelidada de estrada de tijolos amarelos pelos operadores das câmeras.

Submarino ilumina rochas alinhadas no cume do monte Nootka

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O que forma essa “estrada” fotografada pelo submarino de exploração?

Apesar da aparência artificial, uma análise detalhada publicada no portal ScienceAlert confirma que a estrutura é um fenômeno geológico 100% natural. Trata-se de um fluxo fraturado de hialoclastito, uma rocha vulcânica que se forma quando a lava em altíssima temperatura entra em choque térmico violento com a água do mar.

O que confere à formação o aspecto de calçamento humano são as fraturas em ângulo de 90 graus. Essas rachaduras quase ortogonais se desenvolveram ao longo de milhões de anos devido a ciclos repetidos de aquecimento e resfriamento extremos causados pelas sucessivas erupções vulcânicas na margem tectônica.

Por que a superfície rochosa filmada pelo submarino parece tão seca?

O estresse térmico acumulado rachou a rocha de forma incrivelmente ordenada. O resultado visual imita perfeitamente o aspecto de um leito de lago seco, criando um paradoxo visual a 3.000 metros de profundidade, onde a pressão da água é esmagadora.

Para entender a precisão matemática dessa geologia milenar e ouvir a reação de espanto da equipe técnica durante o mergulho, o canal oficial do EVNautilus, que compartilha explorações marítimas para 664 mil inscritos, disponibilizou o vídeo original da descoberta. Acompanhe o momento exato onde a câmera ilumina a formação:

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Qual era o objetivo real do submarino na Cordilheira Liliʻuokalani?

A cordilheira pertence a uma cadeia do período Cretáceo com idades estimadas entre 66 e 145 milhões de anos. A missão principal da expedição era coletar amostras de basaltos cobertos por crostas de ferromanganês em diferentes níveis de profundidade e saturação de oxigênio da água.

Essas crostas rochosas são alvo de intenso interesse comercial e tecnológico. Elas acumulam metais críticos para tecnologias de energia limpa e servem de abrigo para complexas comunidades microbianas marinhas que sobrevivem em condições extremas de isolamento.

O que mais o submarino costuma encontrar nessas profundidades?

A exploração contínua do Monumento Nacional Marinho Papahānaumokuākea (PMNM) frequentemente revela seres vivos que parecem saídos da ficção científica. Durante os mapeamentos geológicos dessas mesmas cordilheiras, os equipamentos também registram espécies raras que habitam as zonas abissais.

O canal EVNautilus também registrou o encontro fantasmagórico com um polvo Dumbo pairando sobre os equipamentos robóticos nas profundezas do monumento marinho. Confira a graciosidade dessa criatura habituada à escuridão total:

O que as imagens do submarino revelam sobre o fundo dos oceanos?

A fotogenia acidental da estrada de tijolos reforça a escala colossal do desconhecido na Terra. O parque marinho abrange 1,5 milhão de km² de oceano, mas apenas 3 por cento do seu fundo havia sido efetivamente mapeado antes das expedições iniciadas em 2021.

O cenário global é ainda mais impressionante. Em 67 anos de mergulhos profundos, a humanidade conseguiu explorar visualmente apenas uma fração entre 0,0006 e 0,001 por cento do fundo oceânico do planeta.

Esse limite superior representa irrisórios 3.823 km² de território mapeado globalmente, comprovando que as encostas rochosas das antigas montanhas submersas ainda guardam a maior parte dos segredos biológicos e geológicos do nosso mundo.

Submarino encontra no Pacífico uma formação rochosa a 3.000 metros de profundidade que parece uma estrada de tijolos perfeitamente assentados no fundo do mar

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