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A metrópole enigmática construída há 4500 anos com encanamento interno que foi abandonada misteriosamente e intriga cientistas até hoje

VitorPor Vitor
16/03/2026

No meio do deserto do Sindh, no sul do Paquistão, ruínas de tijolos avermelhados guardam o que restou de uma das primeiras grandes cidades do planeta. Mohenjo-daro foi erguida por volta de 2500 a.C., tinha encanamento interno em quase todas as casas e um sistema de drenagem que só seria igualado milênios depois. A cidade floresceu, abrigou dezenas de milhares de pessoas e, por volta de 1900 a.C., foi abandonada sem deixar uma linha sequer que pudéssemos ler.

O planejamento urbano que antecipou o mundo moderno

Enquanto a maior parte da humanidade vivia em aldeias de barro, os habitantes do vale do Indo traçavam ruas em grade, com cruzamentos em ângulo reto e quarteirões padronizados. Segundo a UNESCO, Mohenjo-daro é a mais antiga cidade planejada do subcontinente indiano. Casas de dois ou mais andares eram construídas com tijolos cozidos de dimensões uniformes, um padrão que se repetia em assentamentos a centenas de quilômetros de distância.

Não havia palácios ostentosos nem templos monumentais. Arqueólogos como Gregory Possehl, da Universidade da Pensilvânia, descreveram a cidade como modesta e ordeira, sem evidências de um rei ou sede central de governo. A prioridade parecia ser outra: controle da água e higiene coletiva.

Mohenjo-daro destaca-se como a joia da Civilização do Vale do Indo, uma metrópole de 4.500 anos erguida com um planejamento urbano sem precedentes (imagem ilustrativa)

Esgoto subterrâneo e banheiros internos há 4500 anos

Quase toda residência de Mohenjo-daro possuía uma plataforma de banho e um vaso sanitário conectado por tubulação de argila a drenos cobertos que corriam sob as ruas. De acordo com a Wikipedia, esse plano urbano incluía o primeiro sistema de saneamento do mundo. Os canais principais tinham cerca de 60 cm de largura e eram revestidos com tijolos assentados em argamassa, com tampas removíveis para limpeza periódica.

A cidade contava com mais de 700 poços, conforme registrado pelo arqueólogo Michael Jansen em seu estudo de 1989, publicado na revista World Archaeology. Túneis subterrâneos levavam os resíduos para fora do perímetro urbano. A National Geographic chegou a classificar esse sistema como a melhor rede hidráulica do mundo antigo, superior em alguns aspectos à que Roma construiria séculos mais tarde.

Mohenjo-daro une a engenharia de 700 poços artesianos a um sistema de esgoto e drenagem que superou o de Roma milênios antes // (imagem ilustrativa)

O Grande Banho e o culto à água

No topo da cidadela, uma piscina pública de 12 m de comprimento por 7 m de largura e 2,4 m de profundidade surpreende até hoje. Conhecida como Grande Banho, a estrutura é considerada o mais antigo tanque público de água do mundo, segundo o site acadêmico Harappa.com. O piso era impermeabilizado com tijolos finos, gesso e uma camada espessa de betume natural.

Duas escadarias amplas davam acesso à piscina, e um dreno no canto sudoeste permitia esvaziá-la completamente. A maioria dos estudiosos acredita que o tanque servia a rituais de purificação, não a banhos cotidianos. Do outro lado da rua, um grande edifício com múltiplas salas e varandas pode ter abrigado sacerdotes responsáveis pelas cerimônias.

Uma escrita que ninguém conseguiu ler em mais de 100 anos

Cerca de 4 mil inscrições foram encontradas em selos de pedra, cerâmicas e objetos de metal espalhados por dezenas de sítios da Civilização do Vale do Indo. Os textos são curtíssimos, com média de cinco símbolos por inscrição. Pesquisadores estimam entre 400 e 700 signos distintos, mas não existe consenso se representam palavras inteiras, sílabas ou conceitos não linguísticos.

A escrita do Indo permanece indecifrada, sem nenhuma pedra de Rosetta que ajude a traduzi-la. Em janeiro de 2025, o governo do estado indiano de Tamil Nadu anunciou um prêmio de US$ 1 milhão para quem conseguir decodificar o sistema. O indólogo finlandês Asko Parpola já classificou essa escrita como o sistema mais importante ainda não decifrado no mundo.

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A seca de 900 anos que esvaziou a metrópole

Por décadas, a teoria mais aceita culpava enchentes do rio Indo pelo fim de Mohenjo-daro. Pesquisas recentes apontam para um cenário mais lento e devastador. Um estudo publicado em 2018 pelo Wadia Institute of Himalayan Geology e divulgado pela Nature India analisou sedimentos do lago Tso Moriri, no Himalaia, e concluiu que as monções de verão começaram a enfraquecer há cerca de 4350 anos. A seca resultante teria durado aproximadamente 900 anos.

Com menos chuva, a neve no Himalaia diminuiu e o volume do Indo caiu drasticamente. Campos de cultivo secaram, o excedente agrícola desapareceu e as cidades grandes perderam sustento. Pesquisadores do Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI) confirmaram que a população migrou para leste, em direção à planície do Ganges, onde as monções ainda eram confiáveis. Sem produção suficiente para manter centros urbanos, Mohenjo-daro foi lentamente abandonada.

Leia também: O projeto da megacidade em formato de cubo com 400 metros de altura desenhada para abrigar o equivalente a 20 arranha-céus no meio do deserto

Conheça a cidade que a areia escondeu por quatro milênios

Mohenjo-daro é um lembrete de que o progresso não segue linha reta. Uma civilização ergueu metrópoles com saneamento, engenharia hidráulica e planejamento urbano séculos antes de Roma ou Atenas, e ainda assim desapareceu sem que conseguíssemos ler uma única frase de seus habitantes.

Se a arqueologia e os mistérios da engenharia antiga despertam sua curiosidade, vale acompanhar as novas escavações e os avanços na tentativa de decifrar a escrita do Indo, talvez a última grande fronteira da epigrafia mundial.

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