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Empresas do setor elétrico: impactos da crise hídrica – e o que diz analista

BMCNEWS Por BMCNEWS
10/01/2022
Em Análises, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Em pronunciamento na TV, ministro pede contribuição da população na crise hídrica

Um tema que preocupa o CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) é o da crise hídrica. O entendimento é de que se as chuvas continuarem escassas, o Brasil terá dificuldade em produzir eletricidade nas hidrelétricas. O reflexo disso é o ajuste da bandeira vermelha 2.

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Porém, os resultados de algumas empresas do setor elétrico não tiveram piora nos resultados. A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no segundo trimestre do ano, alta de 439% na comparação anual. O lucro líquido recorrente, que considera ajustes não mencionados nos destaques, teve alta de 601% no período, para R$ 4,5 milhões na mesma base de comparação. A transmissora de energia Taesa também reportou cenário positivo, registrando lucro líquido de R$ 697,9 milhões.

Guilherme Tiglia, analista da Nord Research, explicou que existem três frentes de atuação: distribuição, transmissão e geração. “Eu acho que sim, isso acabou afetando o setor como um todo de uma forma geral, por mais que algumas teses não sejam nem tão diretamente relacionadas a esse ponto, por não estarem tão expostas a questão da geração ainda mais a parcela hídrica, então acho que isso sim é um fator de diversidade de curto prazo”, analisou à BM&C News.

Em relação aos resultados, Tiglia avalia que as empresas que fazem parte de distribuição teve bons resultados: “A gente vem observando resultados positivos em função da retomada econômica e de maior consumo de combustível”, disse Tiglia e explicou que a parte de distribuição é ao mesmo tempo a mais volátil, além também de sofrer com algumas questões regulatórias, bem como a parte de transmissão.

“A parte de geração é a parte de onde está mais machucando agora em função de uma situação que, ao meu ver, é temporária. Então é o momento em que quem tem mais disposição a parcela hídrica está sofrendo mesmo e isso já era esperado”, ressaltou Tiglia e completou dizendo que a diversificação no portfólio é o que vai fazer a diferença.

“Olhando para frente, a gente está cada vez mais preparado para novas situações como esta de crise hídrica. Eu acho que a gente vem observando o movimento geral dessas companhias para tentar diversificar o portfólio com novas fontes de geração, seja eólica, solar, para ter uma dependência de matriz hídrica menor ao longo do tempo”, avaliou.

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Confira a entrevista na íntegra:

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