BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

Trump libera chip H200 da Nvidia para a China; Pequim reage

Renata Nunes Por Renata Nunes
09/12/2025
Em INTERNACIONAL

A disputa tecnológica entre Estados Unidos e China ganhou novo desdobramento após o governo Donald Trump autorizar a Nvidia a exportar o chip H200 para o mercado chinês. A liberação será limitada e condicionada ao pagamento de 25% das vendas ao governo americano, encerrando semanas de negociação.

Pelo acordo, apenas “clientes aprovados” poderão comprar o chip, enquanto as linhas mais avançadas, Blackwell e Rubin, continuam vetadas para a China. A decisão foi comunicada a Xi Jinping, que teria reagido positivamente.

A autorização representa um movimento importante para a Nvidia, que busca retomar parte do mercado chinês após as restrições impostas pelos EUA. A China era um dos principais destinos dos chips da empresa, essenciais em aplicações de IA, computação de alto desempenho e treinamento de modelos avançados.

China avalia impor controle próprio sobre o H200 da Nvidia

Apesar da autorização americana, reguladores em Pequim discutem impor suas próprias restrições ao acesso aos chips H200. A proposta analisada pelo governo chinês exige que empresas interessadas comprovem por que alternativas domésticas não seriam suficientes para atender suas necessidades de processamento.

A iniciativa faz parte da estratégia de longo prazo da China para acelerar a autossuficiência em semicondutores, fortalecendo fabricantes locais e reduzindo a dependência de tecnologia americana. O governo ainda pode proibir o uso dos chips da Nvidia em órgãos do setor público.

Mesmo assim, grandes empresas de tecnologia chinesas, como Alibaba e Tencent, demonstram interesse em retomar o uso dos chips da companhia, considerados essenciais para aplicações avançadas de IA.

Pressão interna nos EUA mantém disputa no centro do debate

Enquanto o governo americano flexibiliza parte das regras, o Congresso dos EUA pressiona por restrições adicionais, ampliando o debate sobre segurança nacional e competitividade. Parlamentares defendem limites mais rígidos para impedir que a China avance em capacidades tecnológicas consideradas estratégicas.

Leia Mais

Novo “Regime Fácil” da CVM abre caminho para PMEs acessarem mercado de capitais

28 de fevereiro de 2026
Com 2,3 km de extensão e 181 metros de altura, a barragem no Rio Yangtzé tornou-se a maior usina hidrelétrica e obra de engenharia de todo o mundo

Com 2,3 km de extensão e 181 metros de altura, a barragem no Rio Yangtzé tornou-se a maior usina hidrelétrica e obra de engenharia de todo o mundo

27 de fevereiro de 2026

A combinação de pressões internas nos EUA e controles adicionais na China mantém o tema no centro da disputa global por liderança no setor de semicondutores, um dos pilares da economia digital.

Análise do especialista

Segundo Acilio Marinello, fundador da Essentia Consulting, o movimento deve ser interpretado dentro de uma estratégia geopolítica mais ampla. Ele afirma que a autorização para exportar o H200 com tarifa adicional, enquanto os chips mais avançados permanecem restritos, revela uma tentativa dos EUA de preservar a liderança tecnológica sem estimular uma ruptura completa de dependência por parte da China.

“Ao liberar parte da tecnologia, Trump busca manter Pequim vinculada ao ecossistema americano. Quando os EUA oferecem acesso limitado, criam uma dependência que desestimula a China a acelerar sua própria solução doméstica em larga escala. A estratégia funciona como um mecanismo de contenção, evitando que a China avance rapidamente rumo à autossuficiência total“, explica.

Do lado chinês, a resposta segue lógica semelhante:

“Ao impor controles internos, Pequim tenta equilibrar essa dependência e reforçar sua capacidade de desenvolver tecnologia própria”, diz Marinello.

Para ele, a reação chinesa indica que ambos os países disputam não apenas mercado, mas a arquitetura tecnológica que dominará as próximas décadas.

O especialista descreve esse cenário como “uma nova guerra fria tecnológica”, marcada pela competição por semicondutores, infraestrutura de IA e plataformas de inteligência artificial.

Nesse ambiente, afirma Marinello, as ações da Nvidia devem refletir a volatilidade natural de um mercado que depende cada vez mais de decisões políticas, e não apenas de desempenho corporativo.

A 3.000 metros sob a terra, cientistas mapeiam o maior oceano subterrâneo do Brasil capaz de matar a sede do planeta por mais de 250 anos

Com capacidade para 17 mil torcedores e inaugurado em 1949, o Nabizão tornou-se o caldeirão pulsante e a casa do Red Bull Bragantino em SP

Pesando até 5 mil toneladas e com 135 metros de extensão, a nova fragata de guerra oceânica da Rússia vai à água como a grande vitrine da indústria naval do país

Com apenas 18 metros de largura e mais de 430 metros de altura, o arranha-céu “agulha” bilionário que desafia os ventos fortes para não quebrar

Brasil condena ataques ao Irã e tensão afeta voos no Oriente Médio

Esqueça o diamante, pois esta gema vermelha é a mais resistente após ele e vale fortunas, sendo o fogo eterno lapidado pela geologia

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.