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Diáspora Patrimonial: US$ 84 trilhões em jogo nas próximas décadas

Renata Nunes Por Renata Nunes
17/07/2025
Em Análises

Um dos temas abordado no Avenue Connection foi a “Diáspora Temporal”. O painel, mediado por Daniel Haddad, CIO da Avenue, trouxe o foco para um levantamento do banco suiço UBS, que aponta a crescente mudança de patrimônio entre gerações. Este fenômeno está previsto para transferir mais de US$ 84 trilhões entre gerações nos próximos 20-25 anos, sendo US$ 9 somente no Brasil, isso traz à tona a discussão sobre a importância de repensar as estratégias de investimento, especialmente considerando o cenário global.

A Inovação e o Domínio dos EUA no Cenário Global

Haddad também ressaltou o papel dos Estados Unidos como líder global em inovação, destacando os avanços em áreas como telefonia, comunicação, redes sociais, inteligência artificial e outras tecnologias, sendo os EUA como vanguardistas dessas inovações. Mesmo quando outros mercados estavam em foco, como exemplo, uma vez que a capa do The Economist, ilustrou o Cristo Redentor ao lado de um foguete, simbolizando o Brasil prestes a “decolar”, mas que essa previsão não se concretizou. “Precisamos separar o ruído da informação“, afirmou Haddad, enfatizando que nem todas as promessas de valorização de ativos se realizam como se esperava. A diáspora patrimonial reflete, em parte, essas discrepâncias entre as expectativas e os resultados reais, com investidores cada vez mais conscientes da necessidade de proteger seus patrimônios através da diversificação internacional.

A potência econômica dos EUA em um contexto de diáspora patrimonial

Em seu discurso, Haddad também trouxe dados impressionantes sobre a relevância dos Estados Unidos no cenário econômico global:

  • 25% da riqueza mundial
  • 30% do consumo global
  • 90% das transações financeiras mundiais são feitas em dólar

Para ele, não há alternativa ao dólar, e embora a Europa e o Japão desempenhem papéis importantes, ambos têm um papel mais limitado diante do domínio norte-americano. A chave da discussão, segundo Haddad, é que investir no exterior não deve ser visto como uma alternativa ao investimento local, mas como uma complementação estratégica essencial. Esse movimento de diversificação, particularmente em um contexto de diáspora patrimonial, é fundamental para garantir que os investidores possam aproveitar as oportunidades oferecidas por mercados mais robustos e menos voláteis.

“O melhor momento para investir no exterior se não foi ontem, é mas agora”, afirmou Haddad, destacando a importância de aproveitar essa transferência para acessar novos mercados e diversificar a carteira de investimentos.

Diáspora patrimonial: como a inflação no Brasil e a força do dólar

Haddad também fez uma análise das implicações da política monetária interna, especialmente em relação à inflação. Desde a implementação do Plano Real, a inflação brasileira tem sido significativamente mais alta do que a inflação dos EUA. Esse padrão, segundo Haddad, pode levar à perda contínua de valor do real em relação ao dólar.

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“Se eu te desse a opção de escolher uma mala com 1 milhão de dólares e uma com 6 milhões de reais, qual você escolheria?” Essa provocação visou mostrar a importância de pensar no longo prazo ao tomar decisões de investimento, especialmente no que diz respeito à valorização do dólar.

O papel da educação e informação para os investidores brasileiros

Haddad concluiu enfatizando o papel fundamental de eventos como o Avenue Connection, que contribuem para a educação financeira dos brasileiros, ajudando-os a entender as dinâmicas globais e a importância de diversificar seus investimentos internacionalmente. O CIO da Avenue observou que os brasileiros estão cada vez mais conscientes da necessidade de ir além do “ruído” e se concentrar nas informações estruturais que realmente fazem a diferença nas decisões de investimento.

“É essencial que o brasileiro tenha uma parte de seu patrimônio no exterior para se proteger contra a corrosão do poder de compra“, finalizou Haddad. A capacitação e o acesso a informações precisas são fundamentais para garantir que os investidores tomem decisões mais assertivas e bem-informadas no cenário atual, ampliando suas oportunidades no mercado global.

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