Destaques da Bolsa: Petrobras (PETR3) sobe 5% e lidera altas do Ibovespa

Confira os destaques desta quarta-feira (11):

O Ibovespa fechou em alta, nesta quarta-feira (11), à medida que investidores repercutiram os dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos.

O principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de 1,25%, cotado a 104.396,90 pontos.

O avanço de ações ligadas a commodities deram suporte ao índice. Os papéis da Petrobras (PETR3;PETR4) subiram 5,04% e 3,48%, respectivamente, PetroRio (PRIO3) teve alta de 5,03% e 3R Petroleum (RRRP3) ganhou 2,62%. 

Já a Vale (VALE3) valorizou 4,17%, Metalúrgica Gerdau (GOAU4) avançou 3,90%, Usiminas (USIM5) registrou ganhos de 3,19%, CSN (CSNA3) subiu 1,61% e Gerdau (GGBR4) teve alta de 2,96%.

Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, CVC (CVCB3) caiu 5,47%, Telefônica (VIVT3) recuou 3,50% e Taurus (TASA4) teve baixa de 7,40%.

Qualicorp (QUAL3) liderou as maiores quedas, com -12,80%. Hapvida (HAPV3) também perdeu 5,97%.

Confira os destaques desta quarta-feira:

Gol (GOLL4)

A Gol, companhia aérea brasileira, e a Avianca, companhia colombiana anunciaram nesta quarta-feira (11), que irão unir suas operações e criar uma nova empresa, o Grupo Abra.

A proposta foi levantada pelos principais acionistas da Avianca e o acionista controlador da Gol, o MOBI Fundo de Investimento em Ações (MOBI FIA), desenvolvendo a holding Grupo Abra.

No entanto, as duas companhias aéreas seguirão com suas operações independentes, conservando suas marcas e culturas.

O Grupo Abra, terá 100% da participação da Avianca e da Gol, assim que a operação for concluída, em que sediará no Reino Unido.

Oi (OIBR3) e Telefônica (VIVIT3)

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou as operadoras Oi Móvel (OIBR3; OIBR4), Telefônica Brasil (VIVT3) e Claro por considerar que consórcio formado para disputar pregão realizado pelos Correios prejudicou o ambiente competitivo e a atuação de outros agentes do mercado.

Em sessão de julgamento realizada nesta quarta-feira, as multas aplicadas alcançam R$ 783 milhões.

O presidente do Cade, Alexandre Cordeiro, ressaltou que, embora a formação de um consórcio seja um instituto legal, é dever da autarquia verificar se os agentes envolvidos no consórcio atuaram para prejudicar o ambiente concorrencial no mercado ou falsear o caráter competitivo do certame.

No entendimento do Conselho, as três companhia não apresentaram justificativas práticas e econômicas razoáveis para a formação do consórcio, e que meios menos restritivos à concorrência poderiam ter sido utilizados como a subcontratação de infraestrutura, a formação de consórcio com outras empresas menores ou até mesmo a formação de um consórcio que incluísse apenas a Telefônica e uma das outras duas operadoras.

Telefônica (VIVT3)

A Telefônica informou, nesta terça-feira (10), que registrou lucro líquido de R$ 750 milhões no primeiro trimestre de 2022, queda de 20,4% quando comparado com o mesmo período de 2021. 

O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 4,5 bilhões, avanço de 1,3% ante o mesmo trimestre do ano passado. 

Já a receita líquida ficou em R$ 11,3 bilhões. O número representa aumento de 4,6% na comparação anual. 

CVC (CVCB3)

A CVC registrou prejuízo líquido de R$ 166,8 milhões no primeiro trimestre de 2022, crescimento de 104,7% ante prejuízo de R$ 81,5 milhões no mesmo período do ano anterior. 

A receita líquida somou R$ 292,8 milhões, aumento de 76,5% na comparação anual. 

O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 33,3 milhões, revertendo Ebitda negativo de R$ 56,4 milhões em 2021.

Taurus (TASA4)

A Taurus reportou lucro líquido de R$ 195 milhões no primeiro trimestre de 2022, aumento de 186,3% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Segundo a companhia, “o montante já supera a totalidade do lucro líquido distribuído na forma de dividendos referente ao resultado de 2021, que foi de R$ 194,3 milhões, equivalente a R$ 1,62 por ação”.

A receita líquida somou R$ 676,6 milhões, avanço de 22,8% na comparação anual. 

O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 242,2 milhões, crescimento de 37,8% em 12 meses.

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