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Selic deve ter alta de até 6,5% em 2021, aponta Febraban

BMCNEWS Por BMCNEWS
10/01/2022
Em Bloco 1, MERCADOS, Mercadoss
Febraban estima alta de 0,5% para o crédito em abril e maior tração no ano (Freepik)

A taxa Selic deve subir para, pelo menos, 6,5% este ano. Isso, em um cenário em que o PIB deve avançar para cima dos 5% e o câmbio se estabilize perto de R$ 5,10 no fim de 2021. O crédito deve contribuir para esse cenário com um crescimento de 10,3% da carteira total, uma expansão bem superior à prevista há um mês, de 8,2%. Esse é o cenário desenhado pela Pesquisa Febraban de Economia Bancária e Expectativas, realizada junto a 18 bancos entre os dias 23 e 29 de junho.

Para a maioria (64,7%), por ora, um ajuste até o nível neutro deve ser suficiente para conter a atual aceleração inflacionária. Mas 29,4% acreditam que, diante do que choque inflacionário mais intenso do que o esperado, o adequado é uma alta do juro para cima do seu nível neutro.

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A trajetória esperada pela mediana das projeções coletadas aponta para mais três altas de 0,75 pp da Selic nas reuniões de agosto, setembro e outubro, quando encerraria atual ciclo de alta em 6,50%.

A sondagem mostrou ainda que a grande maioria dos participantes (94,1%) entende que a decisão do Copom na última reunião (alta de 0,75 pp da Selic) foi adequada. Também mostrou que a maior parte (70,6%) entende que o colegiado agiu de maneira acertada ao não antecipar uma elevação de maior magnitude em sua próxima reunião e manter a possibilidade de nova alta de 0,75 pp.

Mas 17,6% disseram acreditar que o comitê deveria ter indicado com mais clareza os próximos passos, enquanto 5,9% consideram que o Copom deveria ter subido o juro com mais força, em um ponto percentual, o que faria frente ao quadro de inflação mais agravado e poderia evitar que a Selic tenha que subir para cima do nível neutro.

A pressão inflacionária deve contaminar o IPCA de 2022 para 76,5% dos entrevistados, mesmo com a atuação ativa do

Copom. Desse grupo, 58,8%, o impacto atual deve ser modesto, levando o IPCA para um patamar um pouco acima da meta, enquanto 17,6% veem o choque como muito intenso, sendo necessário elevar a Selic para um patamar maior do que o até então sinalizado para levar a inflação para próximo do centro da meta.

Quanto à inflação norte-americana, a maioria (64,7%) entende que a aceleração inflacionária no país decorre de fatores temporários e permanentes. No entanto, a retirada dos estímulos por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) tende a ficar em linha com o precificado pelo mercado, sem gerar volatilidade adicional.

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Em relação à atividade doméstica, a grande maioria (94,1%) espera que o PIB cresça em torno de 5,0% ou mais em 2021. A maior parte (58,8%) entende que um crescimento em torno de 5,0% é o mais provável, enquanto 35,3% acreditam que os sinais positivos permitirão um crescimento ainda superior.

No mercado de crédito, há alguma divergência sobre a trajetória do crescimento da carteira PJ em 2021. Para 46,7%, o ritmo de expansão da carteira PJ deve seguir desacelerando, em função da interrupção dos programas públicos, mercado de capitais aquecido, grandes empresas já capitalizadas, etc. Para 40,0%, o crescimento da atividade deve compensar parte de tais fatores, levando a alguma acomodação no atual ritmo de crescimento.

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