A Stay, empresa que atua com previdência corporativa e benefícios financeiros para companhias, anunciou a entrada de Caio Viana como sócio. O executivo passa a liderar a área de Incentivos de Longo Prazo (ILP) e remuneração executiva, iniciativa que faz parte do plano de expansão da companhia para 2026.
Criada com a proposta de digitalizar a oferta de previdência privada empresarial, a empresa busca atender a demanda de companhias que enfrentam dificuldades operacionais e de adesão ao benefício. Em 2021, a Stay recebeu um aporte de R$ 15 milhões em rodada liderada por Maya Capital e Better Tomorrow Ventures.
A nova frente de negócios está concentrada na estruturação de planos de remuneração variável de longo prazo, mecanismo utilizado por empresas para alinhar metas estratégicas ao desempenho da alta gestão. Segundo a companhia, esses programas costumam estabelecer indicadores de crescimento e geração de valor com horizonte de três a cinco anos. “Quando estruturamos um plano de incentivo de longo prazo, o ponto central é conectar as metas estratégicas da empresa, como crescimento, market share e geração de valor, aos gatilhos de remuneração. O bônus do executivo só ocorre quando a companhia atingir objetivos definidos para três, quatro ou cinco anos”, afirma Caio Viana, que tem passagens como diretor de RH em grandes corporações como C&A, Braskem e Zamp, além de ter passagem pela consultoria Mercer.
O movimento ocorre em um contexto de maior competição por executivos e profissionais especializados, no qual companhias têm ampliado o uso de remuneração variável e benefícios de longo prazo como instrumento de retenção de talentos.
Para os próximos anos, a empresa pretende aumentar a presença entre grandes companhias e expandir a adoção de programas estruturados de remuneração de longo prazo no mercado brasileiro.
Além da previdência privada, a empresa oferece seguro de vida, soluções de saúde financeira e estruturação de ILPs, conectando os produtos a uma camada estratégica do ecossistema voltada para RH e alta liderança. “Hoje, as empresas contratam múltiplos fornecedores para resolver temas que estão diretamente ligados à remuneração e performance. Nosso modelo integra produtos financeiros e estratégia de remuneração em um único ambiente, com implementação simplificada e diálogo direto com RH, CEO e Conselho”, diz o executivo.
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