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Ibovespa sobe em linha com exterior; guerra no Oriente Médio segue no radar

Rafael LaraPor Rafael Lara
04/03/2026

O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira (4), acompanhando o movimento positivo das bolsas internacionais e recuperando parte das perdas registradas na sessão anterior. O principal índice da B3 avançou ao longo do pregão sustentado principalmente por grandes bancos e papéis ligados a commodities.

Durante o dia, o índice chegou a se aproximar da região dos 186 mil pontos, refletindo uma melhora momentânea no apetite por risco após o forte movimento de aversão observado no início da semana.

Segundo Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain, o principal vetor que move os mercados globais neste momento é o conflito geopolítico no Oriente Médio.

“O que está movendo as bolsas americanas neste momento é, sem qualquer dúvida, o contexto de guerra. Não há outro fator com força suficiente para disputar esse protagonismo”, afirma Santana.

Correção após forte aversão ao risco

O movimento de alta desta quarta ocorre após dois pregões marcados por forte tensão nos mercados globais. Na segunda-feira, as bolsas internacionais registraram quedas expressivas, enquanto na terça-feira o mercado brasileiro também sofreu forte correção.

“Segunda e terça-feira foram dias emblemáticos. Lá fora, as quedas foram ainda mais intensas na segunda. E por aqui, o Ibovespa chegou a recuar quase 4% na terça-feira, refletindo o aumento abrupto da aversão ao risco”, explica Santana.

Na avaliação do especialista, a recuperação desta sessão representa mais uma pausa técnica do que uma mudança estrutural no cenário.

“Hoje vemos uma correção tanto no mercado brasileiro quanto nos internacionais. Não porque o cenário tenha melhorado, mas porque simplesmente não houve novidade relevante sobre a guerra”, diz.

Escolta de petroleiros traz alívio momentâneo

Entre os fatores que ajudaram a reduzir a tensão no mercado está a decisão dos Estados Unidos de proteger navios petroleiros na região do Golfo.

“Os Estados Unidos decidiram proteger navios petroleiros, especialmente no Estreito de Ormuz, para evitar interrupções na circulação e nas transações globais de petróleo. Essa sinalização trouxe algum alívio momentâneo”, afirma Santana.

Mesmo assim, a volatilidade continua elevada, já que qualquer escalada no conflito pode afetar diretamente os fluxos de energia e o comércio global.

Petroleiras recuam após forte alta

No mercado doméstico, as ações de petroleiras registraram queda ao longo do pregão após os ganhos expressivos recentes impulsionados pelo avanço do petróleo.

“A queda de hoje de papéis como Petrobras e Brava Energia acontece como um movimento de correção após fortes altas e também como reação ao alívio gerado pela decisão dos EUA de escoltar petroleiros no Estreito de Ormuz”, afirma Santana.

Além disso, o cenário político doméstico também passa a influenciar a leitura dos investidores sobre a estatal.

“Estamos em ano eleitoral e o mercado teme que, diante de uma disparada do petróleo, a Petrobras opte por absorver parte dessa alta para evitar repasses internos de preços. O receio é de que a companhia sacrifique margem para evitar reajustes em um período politicamente sensível”, diz o especialista.

Dólar e juros passam por realização

No mercado de câmbio, o dólar registrou queda frente ao real, devolvendo parte da forte valorização observada na sessão anterior.

“O dólar chegou a subir cerca de 3% ontem, algo que não víamos há bastante tempo. Hoje a moeda já abriu mais fraca no exterior”, afirma Santana.

Segundo ele, o movimento atual representa uma realização após a busca intensa por proteção observada nos últimos dias.

“O pessimismo não acabou. O que temos é uma pausa técnica depois de uma busca intensa por proteção. O mercado agora aguarda novos desdobramentos para decidir se retoma o movimento defensivo”, diz.

Juros seguem no radar no Brasil e nos EUA

Apesar das tensões geopolíticas, o cenário de política monetária ainda permanece no radar dos investidores.

No Brasil, Santana avalia que o início do ciclo de cortes de juros segue esperado para este mês, embora com ritmo mais cauteloso.

“O ciclo de cortes deve começar, mas com magnitude menor do que se imaginava. Antes falava-se em reduções entre 0,75 e 0,50 ponto, mas neste momento o mais provável é um corte de 0,50 ponto”, afirma.

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Segundo ele, a reunião do Copom de 18 de março não deve ser comprometida, mas o tom das decisões seguintes pode se tornar mais prudente diante das incertezas globais.

Nos Estados Unidos, a expectativa predominante continua sendo de dois cortes de juros em 2026, embora o calendário tenha mudado.

“Inicialmente o primeiro corte era previsto para julho, mas agora a aposta mais forte fica para 16 de setembro. Essa precificação pode ser antecipada novamente caso o conflito termine antes do esperado”, afirma Santana.

Raízen recua e ouro sobe com aversão ao risco

No noticiário corporativo, investidores também repercutiram a queda das ações da Raízen, após Cosan e Shell não chegarem a um acordo sobre uma possível capitalização da companhia.

Enquanto isso, o ouro voltou a subir no mercado internacional, reforçando o movimento de busca por ativos considerados mais seguros em meio ao ambiente de incerteza global.

“Se houver intensificação ou prolongamento do atual cenário de guerra, sem dúvidas o impacto sobre mercados e sobre as expectativas de juros pode ser ainda mais relevante”, conclui Santana.

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