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Ibovespa em alta: apesar de recorde nominal, índice está longe da máxima real

Maurílio Goeldner Por Maurílio Goeldner
18/05/2025
Em ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Durante a semana, o Ibovespa, principal índice da B3, alcançou um novo recorde nominal de fechamento, atingindo 139.334 pontos em 15 de maio. O índice chegou a ultrapassar os 139.400 mil pontos, estabelecendo nova máxima histórica.

No entanto, ao considerar a inflação acumulada desde a máxima histórica anterior, registrada em 20 de maio de 2008, quando o Ibovespa fechou em 73.517 pontos, o cenário é diferente. Corrigido pela inflação de aproximadamente 161% entre maio de 2008 e abril de 2025, esse valor equivaleria a cerca de 191 mil pontos hoje. Isso indica que o índice ainda está aproximadamente 37% abaixo da sua máxima real.

Em termos de dólar, a defasagem é ainda mais significativa. O ETF EWZ, que representa o Ibovespa negociado nos Estados Unidos, atingiu seu pico histórico de 100,47 em 2008. No fechamento de 13 de maio de 2025, o EWZ estava em 28,33, o que significa que teria que subir mais de 2,5 vezes para retornar ao topo de 17 anos atrás.

Segundo Juan Schiavo, economista e sócio da Cimo Family Office, a explicação passa pela forte desvalorização cambial ao longo dos anos e pelo atual ambiente doméstico, que ainda impõe desafios. “Mesmo com a alta recente, o Ibovespa negocia a um múltiplo P/L de apenas 8 vezes, o que ainda reflete o pessimismo com a economia e os juros reais elevados”, afirma.

Apesar disso, Schiavo avalia que há espaço para valorização, especialmente se houver mudança no fluxo de investimentos. “A maior parte dos recursos no Brasil segue concentrada em renda fixa. Caso o cenário macroeconômico evolua positivamente e os juros comecem a ceder, a migração para ações pode destravar valor”, completa.

Marco Saravalle, economista-chefe da MSX Investimentos, também destaca que o avanço do índice pode ser atribuído à combinação entre fatores internacionais e condições locais mais favoráveis. “O Ibovespa estava muito descontado, com múltiplos muito baixos. O que a gente está vendo agora no Brasil e no mundo é uma menor aversão a risco, e o Brasil está se beneficiando desse cenário”, explica Saravalle.

Do lado doméstico, Saravalle destaca a mudança na perspectiva da política monetária como uma peça-chave para essa virada. “Estamos potencialmente começando a discutir uma redução do ciclo de aperto monetário. Chegou-se a precificar uma Selic próxima de 16% no final do ano passado. Esse exagero foi corrigido”, avalia.

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Para o especialista, a alta recente dos preços das ações já reduziu boa parte das distorções do mercado observadas no fim de 2024. “Aquela grande assimetria, aquele grande desconto excessivo que existia, foi bem reduzido. Algumas empresas até reduziram o potencial de valorização depois das altas recentes”, observa Saravalle.

O mercado agora passa a discutir até onde o Ibovespa pode ir, com investidores atentos à dinâmica entre crescimento de lucros, movimento de juros e fluxo estrangeiro. Para Saravalle, a continuidade desse ciclo dependerá da manutenção de um ambiente de menor aversão ao risco e da estabilização do cenário fiscal brasileiro. Leia mais aqui.

Acesse o canal de vídeos da BM&C News. 

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