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Balanços: Vibra lidera geração de caixa e Brava reduz alavancagem

Renata Nunes Por Renata Nunes
06/11/2025
Em PETRÓLEO E ENERGIA

As companhias do setor de energia apresentaram avanços relevantes no terceiro trimestre de 2025, sustentadas pela melhora operacional, pela disciplina financeira e pela eficiência na execução de suas estratégias. A Vibra Energia (VBBR3) e a Brava Energia (BRAV3) divulgaram resultados que reforçam a tendência de estabilização do setor, com destaque para a forte geração de caixa e a recuperação de margens, mesmo diante de desafios pontuais em alguns segmentos.

No caso da Vibra, a performance positiva da divisão de distribuição de combustíveis compensou as pressões ainda observadas na Comerc Energia. Já a Brava registrou lucro acima das estimativas do mercado e ganhos expressivos em eficiência, com redução de custos e avanço em margens operacionais.

Vibra avança com geração de caixa recorde e melhora operacional

A Vibra Energia reportou EBITDA ajustado recorrente de R$ 1,712 bilhão no trimestre, um crescimento de 36% em relação ao trimestre anterior, em linha com as projeções da MSX Invest e do consenso. O lucro líquido atingiu R$ 407 milhões, alta de 39% frente ao trimestre anterior, embora 28% abaixo das estimativas. O trimestre também foi marcado por uma das maiores gerações de caixa da história recente da empresa, com fluxo de caixa livre de R$ 3,234 bilhões, impulsionado pela liberação de capital de giro e pela gestão ativa de custos.

O segmento de distribuição de combustíveis manteve-se como o principal motor dos resultados, com EBITDA de R$ 1,474 bilhão e margem unitária de R$ 159 por metro cúbico, acima do trimestre anterior (R$ 113/m³). Na Comerc Energia, o EBITDA foi de R$ 238 milhões, ainda sob efeito de restrições de geração e volatilidade dos contratos de energia livre.

Para a MSX, o desempenho da Vibra reforça a eficiência operacional e a solidez financeira da companhia. “A Vibra segue em trajetória de desalavancagem e com margens em recuperação, beneficiando-se de um ambiente mais estável e de uma gestão disciplinada de capital”, avaliou a casa. A instituição mantém recomendação de compra para o papel, destacando o potencial de valorização gradual e o perfil de risco reduzido entre as large caps do setor.

Brava surpreende com lucro acima do esperado e redução de custos

A Brava Energia também apresentou um trimestre sólido, com lucro líquido de R$ 120 milhões, superando em 21% as projeções de consenso, embora ainda 75,8% inferior ao mesmo período de 2024, quando os resultados foram considerados excepcionais. A receita líquida alcançou R$ 3 bilhões, alta de 39,4% na comparação anual, impulsionada por maiores volumes de produção e preços realizados mais favoráveis.

O EBITDA ajustado totalizou R$ 1,29 bilhão, representando crescimento de 78,7% frente ao ano anterior. O grande destaque veio da redução significativa no lifting cost, que caiu para US$ 15,7 por barril contra US$ 20 no trimestre anterior, evidenciando o ganho de eficiência e o controle de custos. A alavancagem financeira também mostrou melhora, passando de 3,4x para 2,3x dívida líquida/EBITDA.

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De acordo com a análise da MSX, o trimestre confirmou a retomada estrutural da companhia. “A Brava apresentou melhora consistente na produtividade e na estrutura de capital, indicando uma trajetória sustentável de geração de caixa. O desempenho reforça o potencial de crescimento orgânico e a redução do risco financeiro”, apontou o relatório.

Perspectivas para o setor

Com a normalização dos estoques e a recuperação da demanda doméstica, o setor de energia entra no último trimestre do ano em um ambiente mais equilibrado, com destaque para empresas que priorizam eficiência e disciplina financeira. Tanto Vibra quanto Brava demonstram capacidade de adaptação e execução, fatores que fortalecem a confiança dos investidores em um cenário ainda marcado por volatilidade global e transição energética.

Nesse contexto, a diversificação de portfólio e o foco em sustentabilidade, com investimentos crescentes em energia renovável e descarbonização, devem seguir como pilares estratégicos das companhias no próximo ciclo.

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