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FAB monta megaesquema aéreo na Cúpula do Brics 2025

Laila Por Laila
08/07/2025
Em Mundo

Durante a realização da Cúpula do Brics no Rio de Janeiro em 2025, a segurança ganhou papel de destaque, sobretudo no monitoramento aéreo. A Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável por reforçar as operações de vigilância e controle do espaço aéreo da cidade, ativando protocolos rígidos para impedir qualquer risco durante o evento. Entre as medidas, a FAB empregou aeronaves de combate Super Tucano e caças F-5M, além de utilizar sistemas avançados de detecção e áreas de exclusão de voo específicas.

O aumento na presença militar e a criação de zonas restritas no céu estiveram diretamente relacionados à chegada de delegações internacionais e chefes de Estado para a cúpula. A adoção dessas estratégias não se restringiu apenas aos dias de reunião, mas foi iniciada previamente e se estendeu para além do encerramento do evento, visando manter um ambiente seguro e controlado durante todo o período.

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Como a FAB coordenou a defesa do espaço aéreo na Cúpula do Brics?

A Força Aérea Brasileira montou uma operação especial que se baseou no emprego de aeronaves militares equipadas com armamento real e sistemas eletrônicos de monitoramento. Entre os recursos utilizados estavam os próprios Super Tucanos, já tradicionais em missões de defesa aérea desde 2004, e os modernos caças F-5M, equipados com mísseis para respostas rápidas a possíveis ameaças. A esse aparato somaram-se radares móveis e equipes treinadas para identificar e responder de forma precisa a movimentos irregulares no espaço aéreo.

Bases aéreas estratégicas do entorno do Rio de Janeiro estiveram em alerta, com equipes de prontidão 24 horas. O planejamento incluiu o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA) e o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), que ficaram encarregados de implantar e monitorar “áreas de exclusão”, zonas restritas a certos tipos de voos nas imediações dos pontos-chave da Cúpula.

FAB monta megaesquema aéreo na Cúpula do Brics 2025
Mapa dos países do BRICS em julho de 2025 com novos membros e parceiros, organização econômica internacional, ilustração vetorial – Créditos: depositphotos.com / frizio

Quais áreas foram consideradas de máxima restrição de voo?

Durante o evento, três zonas principais foram delimitadas para controle do tráfego aéreo. Cada uma delas atendia a diferentes graus de restrição, variando conforme a proximidade do local da reunião e o grau de sensibilidade do espaço:

  • Raio de 150 km: Nessa extensão, ficaram impedidos voos de instrução, turismo, acrobacias, operações agrícolas, além de drones e parapentes.
  • Raio de 10 km: Considerado perímetro crítico, permitia apenas aeronaves com autorização específica, envolvidas diretamente com a organização ou participação da Cúpula.
  • Área de 1.350 x 955 m²: Esse setor compreendeu o espaço entre o Museu de Arte Moderna, onde ocorreu o encontro, e o Aeroporto do Galeão. Ali, somente helicópteros de resgate da Força Aérea podiam operar.

O que levou à interceptação de aeronaves durante a Cúpula do Brics?

No decorrer das operações, a FAB identificou aviões que ingressaram inadvertidamente nas áreas de exclusão. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea, os voos eram oriundos da aviação geral e suas razões para violar a restrição estão sob apuração. Todas as aeronaves foram abordadas pelos caças, orientadas a desocupar o espaço restrito, e acataram as determinações, não tendo apresentado resistência.

As interceptações seguem protocolos internacionais para eventos de alta segurança, buscando garantir que apenas aeronaves identificadas e autorizadas possam circular em áreas próximas ao evento. Esse procedimento envolve contato via rádio, manobras de aproximação e, em último caso, acompanhamento até a saída do setor interditado.

Quais estratégias de segurança aérea são adotadas em grandes eventos internacionais?

O emprego de caças com armamento real, radares de alta precisão e áreas de exclusão são procedimentos já conhecidos em grandes eventos realizados no Brasil, como ocorreu anteriormente no G20. Segundo o comando da FAB, a integração entre diferentes órgãos de segurança foi essencial para a rápida decisão e capacidade de resposta em qualquer situação de risco. Entre as funções destacadas pelas forças armadas estavam a proteção das lideranças internacionais, o gerenciamento eficiente de situações de emergência e o monitoramento contínuo do espaço aéreo, minimizando possibilidades de incidentes.

O esquema adotado na Cúpula do Brics reforça a busca por protocolos cada vez mais eficazes no âmbito da defesa aérea nacional, priorizando a organização, agilidade de resposta e preservação da integridade dos participantes.

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