BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

Lei Magnitsky x STF: impasse custa caro aos bancos brasileiros

Renata Nunes Por Renata Nunes
20/08/2025
Em Bolsa de Valores, MERCADOS

Os cinco maiores bancos do Brasil perderam cerca de R$ 42 bilhões em valor de mercado no pregão de terça-feira (19), em meio às incertezas sobre os efeitos da Lei Magnitsky no setor financeiro. Considerando todas as empresas listadas na B3, as perdas chegaram a R$ 88,44 bilhões em apenas um dia. O movimento refletiu a dúvida sobre como instituições brasileiras devem agir diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro Flávio Dino decidiu que leis e decisões judiciais estrangeiras só podem ser cumpridas no Brasil se validadas pela Justiça brasileira. A medida gerou temor de que bancos que sigam as sanções americanas contra o ministro Alexandre de Moraes possam ser punidos internamente. Em novo despacho, Dino esclareceu que a restrição não se aplica a tribunais internacionais dos quais o Brasil é signatário, como a Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Internacional de Justiça.

O economista e doutor em Relações Internacionais, Igor Lucena, avaliou que a decisão do ministro Dino, “revela um equívoco sobre o funcionamento do sistema financeiro internacional“. Segundo ele, a Lei Magnitsky é uma norma americana, mas sua observância é obrigatória para bancos brasileiros que desejam operar nos Estados Unidos e, consequentemente, no mercado global baseado no dólar. “Sem acesso às operações em dólar, nenhum banco sobrevive. Eles não conseguem honrar contratos, manter listagem em bolsas internacionais, pagar dividendos ou até mesmo operar com bandeiras de cartão de crédito”, destacou Lucena, lembrando que casos semelhantes ocorreram na Venezuela, onde a recusa em seguir regras internacionais resultou na quebra do sistema bancário local.

Ainda assim, o cenário abriu uma série de questionamentos sobre as consequências para empresas brasileiras que captam recursos no exterior. O receio é de que o impasse provoque aumento no custo de captação, já que investidores internacionais podem exigir um prêmio adicional diante da insegurança jurídica.

  • Dino: leis estrangeiras só valem no Brasil com validação da Justiça
  • Mercado teme punição a bancos que sigam sanções dos EUA
  • Exceção: decisões de tribunais internacionais reconhecidos pelo Brasil

Bancos sob pressão: qual a visão do mercado?

Para Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, o efeito sobre os bancos foi amplificado justamente pela falta de clareza sobre qual determinação seguir. “Há uma dúvida dos próprios bancos sobre a quem atender: se cumprem a lei americana ou a decisão do STF. Essa incerteza pesa diretamente na precificação das ações”, afirmou.

Segundo o estrategista, a questão vai além dos bancos. “Muitas empresas brasileiras captam recursos nos Estados Unidos, em dólares, onde há mais liquidez. Essa dúvida sobre o que vai prevalecer pode encarecer essas captações, com investidores exigindo um prêmio maior”, explicou.

Leia Mais

O ouro caiu, mas não é isso que importa

31 de março de 2026
Créditos: Reprodução/ B3

O conhecido FGC tem um irmão gêmeo na bolsa: o MRP (Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos)

31 de março de 2026

Ele avalia que o tema deve continuar a gerar pressão no mercado financeiro. “Hoje, esse impasse virou um dos principais riscos do momento. Nem os Estados Unidos parecem dispostos a recuar nas punições, nem o Supremo em flexibilizar as medidas. Os bancos chegaram a sugerir soluções alternativas, como evitar que ministros recebam remunerações via sistema bancário, mas nada avançou até agora”, disse Cruz.

Expectativa por solução

Apesar do cenário de tensão, a avaliação é de que o problema tende a ser endereçado em breve. “Não dá para postergar indefinidamente. Caso contrário, os bancos podem começar a sofrer punições financeiras diretas”, destacou Cruz. Para ele, a resolução será fundamental para reduzir a percepção de risco e evitar novos episódios de volatilidade.

  • Mercado espera solução rápida para evitar punições financeiras
  • Resolução é vista como essencial para reduzir a volatilidade
  • Incerteza segue como foco de risco para o sistema financeiro

Com o congelamento criogênico de 24 minutos e fritura a 180 graus, a indústria produz alimentos padronizados, sendo um marco da automação extrema

Falar de finanças engaja: audiência de “finfluencers” cresce mais de 300%

Equipada com quatro modos de pilotagem e 40 cavalos, a potente street indiana utiliza refrigeração líquida para garantir torque em qualquer clima

A capital de 33 ilhas eleita a cidade mais inteligente do Brasil tem a 2ª melhor qualidade de vida entre todas as capitais

Uma estrela que deveria ter morrido há bilhões de anos ainda está viva e cruzando nossa galáxia em velocidade absurda

Dólar e fortunas brasileiras: por que investidores estão levando patrimônio para fora do país

Quem somos

A BM&C News é um canal multiplataforma especializado em economia, mercado financeiro, política e negócios. Produz conteúdo jornalístico ao vivo e sob demanda para TV, YouTube e portal digital, com foco em investidores e executivos.

São Paulo – Brasil

Onde assistir

Claro TV+ – canal 547
Vivo TV+ – canal 579
Oi TV – canal 172
Samsung TV Plus – canal 2053
Pluto TV

Contato

Redação:
[email protected]

Comercial:
[email protected]

Anuncie na BM&C News

A BM&C News conecta marcas a milhões de investidores através de TV, YouTube e plataformas digitais.

COPYRIGHT © 2026 BM&C News. Todos os direitos reservados.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2026 BM&C News. Todos os direitos reservados.