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Ibovespa fecha em queda e acumula terceira semana consecutiva no vermelho

Rafael LaraPor Rafael Lara
13/03/2026

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (13) em queda, refletindo a aversão ao risco no cenário internacional e o desempenho negativo de ações relevantes do índice. O principal índice da B3 terminou o dia com baixa de 0,91%, aos 177.653 pontos, após oscilar entre a máxima de 180.995 pontos e a mínima de 177.321 pontos. O volume financeiro somou cerca de R$ 30,1 bilhões.

Entre os papéis de maior peso no índice, as ações da Petrobras operaram no campo negativo. Os papéis ordinários da companhia (PETR3) recuaram cerca de 0,60%, enquanto as ações preferenciais (PETR4) caíram aproximadamente 0,89%, pressionando o desempenho da bolsa mesmo em um cenário de petróleo elevado no mercado internacional.

O movimento ocorreu em um ambiente de maior cautela global. As bolsas em Nova York também encerraram a sessão em queda, refletindo preocupações com a escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre inflação e preços de energia.

Segundo Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, o mercado brasileiro continua sensível ao ambiente internacional, ainda que com menor intensidade do que em outros momentos recentes.

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O economista destaca que o movimento observado na bolsa brasileira acompanha o comportamento das bolsas americanas, mas com fatores domésticos adicionais influenciando o humor dos investidores.

“Neste sentido, fica claro que o mercado brasileiro responde ao movimento observado também nas bolsas americanas, tendo como ingredientes adicionais o IPCA de fevereiro, divulgado ontem, e o anúncio de aumento de combustíveis pela Petrobrás, que trazem um ambiente mais restritivo para a tomada de decisão pelo Copom na semana que vem.”

Na avaliação de Perri, esses fatores não impactam apenas a decisão imediata de política monetária, mas também as expectativas para o ciclo de juros no Brasil.

“Vejo que o movimento afeta não somente as expectativas para a reunião da próxima semana, mas também em relação à duração e intensidade dos cortes de juros, pressionando taxas de desconto que refletem na bolsa local.”

O economista também aponta que o câmbio acompanha o movimento global de busca por proteção em meio ao aumento das incertezas.

“O dólar responde a um movimento de valorização global, em busca de segurança dos mercados em um ambiente de elevada incerteza e aversão a risco.”

Segundo ele, a combinação entre dólar e petróleo em alta, inflação recente e reajustes de combustíveis contribui para pressionar a curva de juros no Brasil.

“A alta do dólar (e do petróleo), somados ao IPCA de fevereiro e ao anúncio de aumento dos combustíveis pela Petrobrás mexer com perspectivas de inflação e em relação ao corte de juros no próximo Copom, bem como com a curva de juros, que é pressionada para cima.”

Desempenho da semana

No acumulado da semana, o Ibovespa registrou queda de 0,95%, marcando a terceira semana consecutiva de perdas. A volatilidade predominou ao longo dos últimos pregões, com o mercado reagindo principalmente às notícias relacionadas ao conflito no Oriente Médio e às oscilações do petróleo.

  • Segunda-feira (9): +0,86%
  • Terça-feira (10): +1,40%
  • Quarta-feira (11): +0,28%
  • Quinta-feira (12): −2,55%
  • Sexta-feira (13): −0,91%

No acumulado do mês de março, o índice apresenta recuo de cerca de 5,9%. Ainda assim, o Ibovespa segue em alta no ano, com valorização de aproximadamente 10,3% em 2026.

Entre os destaques de queda no pregão, a CSN foi pressionada após a repercussão dos resultados do quarto trimestre de 2025, que mostraram prejuízo líquido e elevado nível de endividamento. Já a Hapvida reagiu a notícias envolvendo a companhia e movimentações financeiras de Daniel Vorcaro, enquanto a MRV refletiu menor expectativa de crescimento e necessidade de reforço em sua estrutura de capital.

Entre as altas, papéis ligados ao setor de combustíveis como Petrobras e Vibra chegaram a reagir positivamente em alguns momentos do pregão, impulsionados pela recente alta nos preços dos combustíveis.

IBOVESPA

Créditos: depositphotos.com / casadaphoto

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“Vejo que o movimento afeta não somente as expectativas para a reunião da próxima semana, mas também em relação à duração e intensidade dos cortes de juros, pressionando taxas de desconto que refletem na bolsa local.”

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Entre as altas, papéis ligados ao setor de combustíveis como Petrobras e Vibra chegaram a reagir positivamente em alguns momentos do pregão, impulsionados pela recente alta nos preços dos combustíveis.

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