BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

Bancos passam a ver alta mais forte do juro na próxima semana e taxa acima de 10% em 2022

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
13/01/2022
Em MERCADOS, Uncategorized
  • pandora papers brazil

Mais três grandes instituições financeiras revisaram para cima suas projeções para o aumento da Selic a ser promovido pelo Banco Central na próxima semana, agora com um acréscimo de pelo menos 125 pontos-base no radar após a forte rodada de piora no balanço de riscos à inflação depois da ameaça concreta de furo do teto de gastos.

O UBS BB foi o mais agressivo até o momento e passou a ver alta dos juros de 150 pontos-base nas duas últimas reuniões do Copom de 2021, ante 100 pontos-base para cada do cenário anterior.

Com mais aperto contratado para o começo de 2022, a taxa básica de juros da economia concluiria o ano que vem em 10,25% nominal, maior patamar desde julho de 2017 e 825 pontos-base acima da mínima histórica de 2% que vigorou entre agosto de 2020 e março de 2021. A Selic está atualmente em 6,25%.

“O que for preciso é, de fato, o que for preciso”, disse o UBS BB em relatório, fazendo referência a fala recente do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que a autarquia fará o “que for preciso” para a ancoragem da inflação no médio e longo prazos.

Ainda na quinta, o Morgan Stanley elevou a 125 pontos-base o prognóstico de aperto monetário na próxima reunião do Copom. Para a instituição financeira, “125 pontos-base agora são os novos 100 pontos-base” –referindo-se à indicação do BC de não antecipar aumentos de forma agressiva.

Para o Morgan, contudo, agora ser mais duro na política monetária seria elevar os juros em 150 pontos-base –número precificado na curva de DI.

O banco diz que vai monitorar quatro itens principais.

Leia Mais

Bradesco

‘Resultado do Bradesco sustenta leitura construtiva para 2026’, aponta estrategista

6 de fevereiro de 2026
O governo federal confirmou que a taxa de importação de painéis solares, que já foi zero para diversos modelos, foi restabelecida e pode chegar a 25% para cotas excedentes

Governo encarece o “Sol” com fim da isenção e taxa de importação salta para 25% atingindo 99% dos painéis

6 de fevereiro de 2026

Veja mais:

  • Grupo de limpeza e segurança Verzani & Sandrini pede registro para IPO
  • “Auxílio Brasil receberá reajuste de 20%”, diz ministro João Roma

Qualquer pista sobre a magnitude do ritmo da próxima reunião em dezembro estará no foco, assim como se os membros do Copom mencionarão explicitamente os riscos específicos do regime fiscal –decorrentes do possível enfraquecimento da principal âncora fiscal do Brasil–, em vez da menção mais moderada de riscos às contas públicas que normalmente incluem nas comunicações.

Além disso, a atenção se volta também para as projeções de inflação do BC para o próximo ano com novas premissas de câmbio, juros e preços de energia, assim como para a deterioração de expectativas de inflação e indicadores centrais desde a reunião anterior.

A magnitude de aumento de 125 pontos-base para a próxima semana agora é prevista também pelo Credit Suisse, que calcula ainda outra elevação de 125 pontos-base em dezembro e mais duas altas adicionais no começo de 2022 –a primeira de 100 pontos-base e a segunda de 75 pontos-base, levando a Selic a 10,5% ao fim do ano que vem.

“Embora a decisão final (sobre o teto de gastos) ainda esteja para ser vista, em nossa opinião ambas as soluções (para o impasse) representam uma mudança no quadro fiscal do Brasil e uma piora dos fundamentos e vão exigir ação mais assertiva da política monetária para ancorar expectativas de inflação e reduzir o atual patamar de inflação para o centro da meta”, disse o Credit Suisse em nota.

Na véspera, outro grande banco estrangeiro, o JPMorgan, havia aumentado a 125 pontos-base sua projeção de adição da taxa Selic pelo Banco Central nas próximas duas reuniões do Copom, com o BC forçado a acelerar o ritmo de aperto monetário devido à deterioração do balanço de riscos para os preços.

A onda de ajustes foi ditada pela percepção de piora do cenário para as contas públicas –que impacta inflação– após o governo pressionar por uma aumento do Auxílio Brasil (novo Bolsa Família) em parte bancado com recursos fora do teto de gastos.

A perspectiva de fim da âncora fiscal provocou uma liquidação nos mercados brasileiros na quinta, que se estendia para esta sessão, com nova alta do dólar e dos juros futuros e queda da bolsa.

Com 15 mil metros quadrados de área e milhares de esculturas cerâmicas, a Oficina Brennand tornou-se o maior ateliê de arte e um santuário cultural em Pernambuco

Com uma produção de 70 milhões de discos por ano, conheça a maior fábrica de vinil do mundo que utiliza prensas térmicas de alta pressão

A cidade que preserva quase metade do território em áreas naturais e lidera o desenvolvimento humano no Brasil

Essa vila no interior de Goiás foi fundada em 1727 e hoje encanta todos os visitantes com cachoeiras incríveis e muita cultura

Ruas de Nova York ganham fama por seus nomes de letras, pois o bairro de Alphabet City, virou o maior refúgio cultural e artístico de Manhattan

Piscina de ondas perfeita: tecnologia americana cria ondas artificiais idênticas ao mar para surfistas profissionais treinarem longe da praia

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.