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O que esperar para os FIIs em 2026: juros, risco político e seletividade

Ambiente macro ainda desafiador exige foco em liquidez, gestão e ativos robustos

Redação BM&C NewsPor Redação BM&C News
27/12/2025

O cenário macroeconômico projetado para 2026 mantém os fundos imobiliários (FIIs) sob atenção redobrada dos investidores. Apesar de uma leitura mais construtiva para a economia, os riscos fiscais, o comportamento da taxa Selic e o ambiente político seguem como fatores determinantes para o desempenho da classe, segundo análise de Eddie Kobori, da Fami Capital, em entrevista à BM&C News.

Para o especialista, o principal ponto de atenção não se restringe apenas aos FIIs, mas afeta todas as classes de ativos.

“A maior preocupação do mercado é uma possível reeleição do governo atual, que tende a trazer mais pessimismo para os ativos”, afirma.

Kobori lembra que o setor já esteve no radar do governo em discussões sobre tributação de dividendos, um tema sensível para os cotistas, dado que a isenção é um dos principais atrativos da classe.

Selic elevada é o principal risco para os FIIs

Na avaliação do estrategista, o fator que mais pode comprometer o desempenho dos fundos imobiliários é a manutenção da Selic em patamar elevado por um período prolongado.

“O setor imobiliário é cíclico e alavancado. Com juros altos, o custo de capital sobe, a rentabilidade dos projetos cai e o incentivo a novos empreendimentos diminui”, explica.

Segundo Kobori, o impacto ocorre em duas frentes. Do lado da oferta, o aumento do custo de capital desestimula incorporadoras, construtoras e empresas do setor a lançarem novos projetos. Do lado da demanda, o crédito mais caro reduz o apetite de pessoas físicas interessadas na compra de imóveis, seja para moradia ou investimento, afetando o ritmo de vendas.

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Renda ou ganho de capital: estratégia para os FIIs depende do perfil do investidor

Ao analisar a estratégia para 2026, Eddie Kobori destaca que o investidor precisa fazer escolhas claras dentro da classe.

“Nos FIIs, não dá para maximizar renda e ganho de capital ao mesmo tempo. É preciso priorizar um dos dois”, afirma.

Para investidores que toleram maior volatilidade, a recomendação da Fami Capital é uma alocação mais voltada ao ganho de capital, aproveitando ativos que ainda negociam com desconto.

“Se o cenário mais positivo se confirmar, a rentabilidade tende a ser melhor ao longo do tempo”, avalia.

Ainda assim, Kobori observa que o momento atual permite alguma combinação entre renda e valorização.

“Hoje ainda existem fundos descontados que pagam bons dividendos. É possível encontrar ativos que rendem cerca de 1% ao mês sem pagar ágio na entrada”, afirma.

Ativos robustos tendem a ser os vencedores

Como orientação final, o especialista reforça a importância da qualidade dos ativos na composição da carteira.

“A dica é se expor a fundos mais robustos, com boa liquidez, gestão experiente e histórico consistente de performance”, diz.

Na visão de Kobori, em um cenário de normalização gradual do mercado, esses fundos tendem a se destacar e a concentrar os melhores resultados para o investidor que busca atravessar 2026 com uma estratégia mais equilibrada dentro do universo dos FIIs.

FIIS NO RADAR DO INVESTIDOR PARA 2026

O que esperar para os FIIs em 2026: juros, risco político e seletividade. Créditos: depositphotos.com / exe2be

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