A Gerdau fechou proposta para adquirir a participação de 23,03% da Copel na usina hidrelétrica Dona Francisca. O valor da operação é de R$ 150 milhões.
Atualmente, a Gerdau já detém 53,94% do capital social da Dona Francisca, o equivalente a 35,6 megawatts médios de energia.
Com a conclusão das aquisições das participações detidas pela Copel e pela Celesc, a companhia passará a deter 100% do capital social da usina.
O investimento total será de R$ 300 milhões em valor da firma. A operação deve elevar a autoprodução de energia da Gerdau em 30,4 megawatts médios.
A conclusão ainda depende do cumprimento de condições precedentes e da obtenção das autorizações cabíveis.
Para a companhia, a compra reforça a estratégia de ampliar a autoprodução de energia, tema relevante para empresas industriais intensivas em consumo elétrico.
Vale prevê até R$ 13 bilhões em descarbonização
A Vale prevê investir até R$ 13 bilhões em iniciativas de descarbonização, segundo relatório de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade de 2025.
Do total previsto, até R$ 4 bilhões devem ser destinados a projetos voltados à descarbonização das operações. Outros R$ 8 bilhões estão ligados a tecnologias próprias e parcerias relacionadas à transição da siderurgia e ao desenvolvimento de briquetes de minério de ferro.
A companhia também prevê até R$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento.
No mesmo relatório, a Vale alertou que poderá ter custos de até R$ 22 bilhões, a valor presente, com mecanismos de precificação de carbono. Os impactos são esperados principalmente a partir de 2030 e dependem do cumprimento das metas de emissões da companhia.
A exposição a custos de carbono está relacionada à evolução de regulações climáticas em mercados onde a empresa atua ou vende seus produtos. Entre os pontos acompanhados estão mecanismos como o ajuste de carbono na fronteira da União Europeia, sistemas de comércio de emissões e regimes de precificação de carbono.
A agenda de descarbonização ganhou peso estratégico para a mineradora porque envolve tanto a redução de riscos regulatórios quanto a adaptação da cadeia siderúrgica a uma economia de menor emissão.
Sabesp cria área de Experiência do Cliente
A Sabesp anunciou mudanças em sua diretoria e criou uma nova área de Experiência do Cliente.
Claudio Kawa Hermolin foi nomeado para comandar a recém-criada diretoria. O executivo tem trajetória nos setores de saneamento, infraestrutura, construção civil e mercado imobiliário, com passagens por Equatorial, Even e PDG.
Na Sabesp, Hermolin ocupava o cargo de diretor de Operações da Regional Leste.
A companhia também informou que Débora Pierini Longo deixou a diretoria de Operação e Manutenção para liderar o projeto de implantação do Centro de Operações Integradas da empresa.
As mudanças indicam uma reorganização da estrutura executiva da Sabesp, com maior foco em atendimento, operação integrada e eficiência na prestação de serviços.














