A Auren Energia aprovou a fase 2 da reorganização societária do grupo.
A etapa inclui a incorporação da Auren Operações pela Companhia Energética de São Paulo, a Cesp, com a consequente extinção da Auren Operações.
A reorganização também prevê aumento do capital social da Cesp no valor de R$ 1,12 bilhão, por meio da emissão de 76,9 milhões de novas ações ordinárias.
Segundo a companhia, o objetivo da operação é concentrar os ativos hidrelétricos em um único veículo de investimento, simplificar a estrutura do grupo e melhorar a eficiência na gestão de caixa e endividamento.
A movimentação é acompanhada pelo mercado por envolver uma mudança relevante na estrutura interna da companhia, com potencial impacto na organização dos ativos e na governança do grupo.
Klabin aprova recompra de até 31,25 milhões de units
A Klabin aprovou a criação de um programa de recompra de até 31,25 milhões de units.
O volume representa cerca de 3% da base de units da companhia.
O programa terá prazo de execução de 18 meses, com início em 24 de junho de 2026 e término previsto para 24 de dezembro de 2027.
Caberá à diretoria da Klabin definir o momento das aquisições no mercado, de acordo com as condições observadas ao longo do período.
Programas de recompra costumam ser acompanhados por investidores porque podem indicar avaliação da administração sobre o preço dos papéis e fazem parte da estratégia de alocação de capital das companhias.
Localiza aprova R$ 591,1 milhões em JCP
A Localiza aprovou o pagamento de R$ 591,1 milhões em juros sobre capital próprio aos acionistas.
O valor bruto corresponde a R$ 0,535127379 por ação. O montante por papel ainda poderá sofrer alterações em razão de venda de ações em tesouraria para atender ao exercício de opções de compra ou por eventuais aquisições no programa de recompra da companhia.
Terão direito ao pagamento os acionistas com posição acionária em 26 de junho de 2026.
A partir de 29 de junho, as ações passam a ser negociadas ex-JCP. O pagamento está previsto para 20 de agosto de 2026, com retenção de Imposto de Renda na fonte, exceto para investidores imunes ou isentos.
A distribuição reforça a política de remuneração da companhia, em um momento em que investidores seguem atentos à geração de caixa e à capacidade de retorno ao acionista.













