BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

A ciência por trás da tragédia: a física que explica o colapso que chocou o mundo em 11 de setembro

Ryan Cardoso Por Ryan Cardoso
27/12/2025
Em ECONOMIA, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O colapso das Torres Gêmeas é um dos eventos mais estudados da engenharia moderna. A explicação para a queda vertical não está no impacto inicial, mas na física do calor e no design estrutural inovador dos edifícios.

Como o design das torres influenciou o colapso das Torres Gêmeas?

As torres foram projetadas no sistema “tubo em tubo”, com colunas de aço concentradas no perímetro externo e em um núcleo central, o que criava vãos internos livres. O núcleo suportava a maior parte do peso do edifício, enquanto a “casca” externa garantia a resistência contra o vento.

Os pisos eram sustentados por treliças de aço leves, conectadas ao núcleo e às colunas externas por pequenos “assentos” de aço. Esse design, embora eficiente, criou uma interdependência crucial entre todas as partes da estrutura.

Componentes do design “tubo em tubo”:

  • Núcleo Central: Suportava a carga gravitacional.

    Leia Mais

    Com capacidade para 60 mil pessoas e construído para a primeira Copa em 1930, o Estádio Centenario tornou-se o maior monumento do futebol mundial

    Com capacidade para 60 mil pessoas e construído para a primeira Copa em 1930, o Estádio Centenario tornou-se o maior monumento do futebol mundial

    4 de março de 2026
    Com um acervo de mais de 5.000 peças e sediado em um palácio de 1879, o Museu de Arte da Bahia tornou-se o mais antigo e prestigiado do estado

    Com um acervo de mais de 5.000 peças e sediado em um palácio de 1879, o Museu de Arte da Bahia tornou-se o mais antigo e prestigiado do estado

    4 de março de 2026
  • Perímetro Externo: Resistia às forças do vento.

  • Treliças dos Pisos: Conectavam o núcleo ao perímetro.

Por que as torres não caíram imediatamente após o impacto?

As torres resistiram ao impacto inicial por duas razões principais. Primeiro, a estrutura possuía amortecedores viscoelásticos que absorveram parte da energia da colisão. Segundo, e mais importante, as colunas de aço eram revestidas com uma espuma de isolamento térmico.

Para entender os detalhes técnicos de um dos eventos mais marcantes da história moderna, selecionamos o conteúdo do canal JAES Company Português. No vídeo a seguir, especialistas detalham visualmente a física por trás do colapso das Torres Gêmeas, explicando como o design estrutural de “tubo perimetral” e o enfraquecimento do aço pelo calor extremo levaram à queda vertical dos edifícios:

Esse isolamento protegeu o aço do calor imediato do fogo, impedindo que ele perdesse sua resistência instantaneamente. Foi essa proteção que permitiu que a Torre Sul ficasse de pé por 56 minutos e a Torre Norte por 1 hora e 42 minutos, dando tempo para a evacuação de milhares de pessoas.

Leia também: Com 221m de altura e concreto maciço, a estrutura monumental domou o Rio Colorado e levou energia ao deserto americano

Qual foi o verdadeiro catalisador do colapso?

O catalisador foi o calor contínuo do incêndio. Embora o fogo não tenha derretido o aço, as temperaturas de até 1000°C fizeram com que o metal amolecesse e perdesse cerca de 50% de sua rigidez, um fenômeno previsto em normas de segurança contra incêndio, como as da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Com o aço enfraquecido, as treliças dos pisos começaram a ceder, puxando as colunas externas para dentro. Essas colunas, já danificadas e sob imensa pressão, sofreram flambagem (buckling), um tipo de colapso súbito. A falha de um andar gerou uma reação em cadeia que destruiu os andares inferiores em uma queda vertical.

Sequência da falha estrutural:

  1. O calor enfraquece o aço das treliças e colunas.

  2. As treliças cedem e puxam as colunas externas para dentro.

  3. As colunas externas sofrem flambagem e falham.

  4. Os andares superiores caem, causando um colapso progressivo.

O que a engenharia aprendeu com a tragédia?

O evento gerou uma profunda revisão nas práticas de engenharia civil em todo o mundo. O novo One World Trade Center, construído no local, reflete essas lições. Seu núcleo de aço foi substituído por uma parede maciça de concreto armado, muito mais resistente ao fogo e a impactos.

Com 541 metros de altura e 104 andares, este arranha-céu simbólico renasceu das cinzas para se tornar o mais alto do Ocidente
O fantástico arranha-céu do One World Trade Center, um edifício comercial construído no local e uma homenagem às torres gêmeas de Nova York – Créditos: depositphotos.com / Lifes_Sunday

Além disso, as estruturas de aço do novo edifício são totalmente revestidas por concreto, evitando que o calor de um incêndio cause o amolecimento do metal. Esses novos padrões de segurança, supervisionados por órgãos como o CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) no Brasil, visam garantir que uma falha localizada não leve ao colapso total da estrutura.

Característica Torres Gêmeas (Antigas) One World Trade Center (Novo)
Núcleo Estrutural Aço com gesso acartonado. Concreto armado de alta resistência.
Proteção contra Fogo Spray de espuma isolante. Revestimento de concreto sobre o aço.

Com capacidade para 60 mil pessoas e construído para a primeira Copa em 1930, o Estádio Centenario tornou-se o maior monumento do futebol mundial

Com 106 andares, e 352 metros, o maior prédio de todo o país equivale a um transatlântico gigante colocado em pé e permite morar acima do mirante mais alto da cidade

Com um acervo de mais de 5.000 peças e sediado em um palácio de 1879, o Museu de Arte da Bahia tornou-se o mais antigo e prestigiado do estado

Eles encontraram 300 mil artefatos antigos e precisaram aprofundar o metrô grego para 31 metros, unindo a engenharia moderna à história milenar

Ibovespa sobe em linha com exterior; guerra no Oriente Médio segue no radar

Ilha dos piratas e lendas de naufrágios: a cidade do litoral paulista que atrai milionários, mas guarda dezenas de navios afundados no mar

Quem somos

A BM&C News é um canal multiplataforma especializado em economia, mercado financeiro, política e negócios. Produz conteúdo jornalístico ao vivo e sob demanda para TV, YouTube e portal digital, com foco em investidores e executivos.

São Paulo – Brasil

Onde assistir

Claro TV+ – canal 547
Vivo TV+ – canal 579
Oi TV – canal 172
Samsung TV Plus – canal 2053
Pluto TV

Contato

Redação:
[email protected]

Comercial:
[email protected]

Anuncie na BM&C News

A BM&C News conecta marcas a milhões de investidores através de TV, YouTube e plataformas digitais.

COPYRIGHT © 2026 BM&C News. Todos os direitos reservados.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2026 BM&C News. Todos os direitos reservados.