A bioengenharia constata que as pontes tecidas há 500 anos com a técnica indiana de guiar raízes vivas de figueiras não se tornam ruínas apodrecidas pela selva: elas desenvolvem silenciosamente algo que a maioria das estruturas de aço nunca precisou desenvolver, a capacidade orgânica de devorar a humidade e ficar mais inquebráveis a cada ano que passa, sem usar um único pilar de betão
A física termodinâmica demonstra que os abrigos erguidos há 4.000 anos com a técnica inuit de blocos de gelo espiralados não se tornam frigoríficos mortais: eles desenvolvem silenciosamente algo que a maioria dos isolamentos sintéticos nunca conseguirá oferecer, a capacidade estrutural de capturar o calor do próprio corpo humano para manter a casa 40 graus mais quente que a tempestade lá fora, sem precisar de eletricidade
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