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Empresas iniciam corrida do ouro no fundo do Pacífico para explorar 1 trilhão de dólares em pedras valiosas

Pablo FacsinaPor Pablo Facsina
12/03/2026

No fundo do Pacífico, rochas escuras acumuladas por milhares de anos escondem metais raros avaliados em mais de 1 trilhão de dólares. A corrida para extraí-los promete redefinir a economia global, mas levanta alertas científicos que o mundo ainda não sabe como responder.

O que são os nódulos polimetálicos e por que eles valem tanto?

Os nódulos polimetálicos são pedras formadas ao longo de milênios, ricas em cobalto, níquel, cobre e pequenas quantidades de ouro. Eles estão concentrados na Zona de Clarion-Clipperton, região imensa localizada entre o México e o Havaí.

Esses metais são essenciais para baterias, carros elétricos e tecnologias modernas de energia limpa. A abundância desses recursos no fundo oceânico pode transformar completamente o mercado global nas próximas décadas.

Empresas iniciam corrida do ouro no fundo do Pacífico para explorar 1 trilhão de dólares em pedras valiosas
Empresas iniciam corrida do ouro no fundo do Pacífico para explorar 1 trilhão de dólares em pedras valiosas

Por que grandes corporações estão investindo bilhões nessa corrida mineral?

Companhias de mineração enxergam nos nódulos uma alternativa aos depósitos terrestres, que estão mais caros, politicamente instáveis e ambientalmente controversos. Com a demanda por baterias crescendo, os investimentos se tornaram decisões estratégicas de longo prazo.

As principais justificativas econômicas apresentadas pelas corporações para seus investimentos são:

  1. Estimativa de mais de 1 trilhão de dólares em metais valiosos concentrados na região.
  2. Vantagem competitiva para quem dominar primeiro o ambiente submarino profundo.
  3. Alternativa viável diante do esgotamento progressivo dos depósitos terrestres conhecidos.

Leia também: O Brasil tem o que o mundo inteiro precisa para alimentar a inteligência artificial

Como funciona a regulamentação internacional dessa exploração submarina?

A exploração depende de licenças emitidas pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, conhecida como ISA. A instituição avalia, autoriza e fiscaliza operações para evitar danos ambientais irreversíveis ao leito oceânico.

Empresas precisam apresentar estudos de impacto detalhados produzidos por equipes de oceanografia e biologia marinha. Esses documentos analisam como máquinas, luzes e ruídos podem afetar espécies profundas e ecossistemas ainda pouco conhecidos pela ciência.

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Empresas iniciam corrida do ouro no fundo do Pacífico para explorar 1 trilhão de dólares em pedras valiosas
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Quais riscos ambientais preocupam os cientistas que estudam o fundo oceânico?

Pesquisadores alertam que a mineração pode gerar nuvens de sedimentos espalhadas por quilômetros, interferindo na respiração de organismos delicados que habitam o leito marinho. Veja o panorama dos principais riscos identificados em estudos recentes:

A principal preocupação dos cientistas é que espécies exclusivas dessa região profunda podem ser extintas antes mesmo de serem descobertas e estudadas pela ciência.

O que está em jogo na decisão sobre o futuro da mineração profunda?

Se os projetos forem aprovados, a extração pode fornecer metais estratégicos em larga escala e redefinir cadeias produtivas globais. Porém, especialistas insistem que decisões apressadas podem comprometer ecossistemas que demoraram milhões de anos para se formar.

A próxima década será decisiva. Governos, cientistas e empresas disputam influência sobre o futuro da mineração submarina, enquanto o planeta tenta equilibrar avanço tecnológico, crescimento econômico e preservação ambiental.

Empresas iniciam corrida do ouro no fundo do Pacífico para explorar 1 trilhão de dólares em pedras valiosas

Mineração profunda no Pacífico busca explorar metais raros de alto valor

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