O avanço da gestão patrimonial internacional reflete um movimento crescente de globalização dos investimentos. A Suíça, um dos principais centros financeiros do mundo, concentra mais de R$ 40 trilhões em ativos sob gestão e responde por cerca de 25% da riqueza offshore global. Ao mesmo tempo, o número de brasileiros com recursos no exterior segue em expansão e já ultrapassa R$ 3,2 trilhões declarados ao Banco Central, evidenciando uma busca cada vez mais intensa por diversificação e proteção cambial.
Esse movimento acompanha o aumento da renda global e a sofisticação das estratégias de alocação, com investidores buscando exposição a múltiplas geografias e moedas. No Brasil, a indústria de fundos já supera R$ 8 trilhões, enquanto o número de investidores pessoa física na Bolsa ultrapassa 5 milhões, reforçando o amadurecimento do mercado local e a crescente demanda por estratégias internacionais. Paralelamente, o mercado global de wealth management cresce de forma consistente e deve ultrapassar R$ 600 trilhões em ativos até o fim da década, ampliando a necessidade por profissionais qualificados, com visão internacional, domínio técnico e capacidade de atuar em um ambiente financeiro cada vez mais integrado, competitivo e orientado por dados.
Nesse contexto, cresce a necessidade de formação prática e conectada ao mercado global, capaz de preparar profissionais para atuar em estruturas internacionais e atender clientes com patrimônio distribuído em diferentes jurisdições. É nesse cenário que a 1ª Escola de negócios 100% voltada ao mercado financeiro anuncia uma parceria com a Aurea Global Investments, gestora independente sediada na Suíça e especializada na estruturação e gestão de patrimônio internacional.
Como parte da iniciativa, será realizada no dia *11 de abril* uma imersão presencial para alunos do MBA Private Banking & Offshore, conduzida por Vinicius Geromel, CEO da Aurea, com foco em estratégias de alocação global, organização patrimonial internacional e o funcionamento do ecossistema financeiro suíço.
“O mercado financeiro deixou de ser local. Hoje, o profissional precisa entender como o capital se movimenta globalmente, como diferentes jurisdições operam e como estruturar soluções para clientes que já pensam de forma internacional. Essa parceria aproxima o aluno da prática real e de instituições que estão no centro dessa dinâmica”, afirma Fabio Louzada, CEO da B7 Business School.
A conexão direta com players internacionais reforça uma mudança estrutural na formação de profissionais do mercado financeiro, que passam a exigir experiências mais próximas da realidade de atuação e menos focadas apenas em teoria. Iniciativas como essa ampliam o acesso a oportunidades fora do país, como processos seletivos internacionais e vivência prática em mercados consolidados, elevando o nível de preparação e competitividade dos alunos.
“Quando o aluno tem contato com quem opera fora do Brasil, ele amplia a visão, entende padrões mais elevados de exigência e se prepara melhor para atuar em um mercado que é cada vez mais global. Esse tipo de parceria não é apenas um diferencial acadêmico, é uma ponte direta para oportunidades reais de carreira”, conclui Louzada.












