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PNAD: Desemprego cai a 5,6% em 2025 e atinge menor nível da série histórica

Taxa é a mais baixa desde 2012; população ocupada bate recorde com 103 milhões de pessoas

Renata NunesPor Renata Nunes
30/01/2026

A taxa anual de desocupação no Brasil recuou para 5,6% em 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012, segundo dados da PNAD Contínua, do IBGE. O resultado representa uma queda de 1,0 ponto percentual (p.p.) em relação a 2024, quando o indicador estava em 6,6%.

Na comparação com 2019, último ano antes da pandemia, quando o desemprego atingia 11,8%, a redução foi ainda mais expressiva, de 6,2 p.p., de acordo com a PNAD. Já frente a 2012, início da série, o recuo acumulado é de 1,8 p.p.

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Em termos absolutos, a PNAD mostra que a população desocupada somou 6,2 milhões de pessoas em 2025, queda de aproximadamente 1 milhão de pessoas (-14,5%) em relação a 2024, quando havia 7,2 milhões de brasileiros sem trabalho.

Ocupação bate recorde histórico, mostra PNAD

Segundo a PNAD Contínua, o contingente de pessoas ocupadas atingiu 103 milhões em 2025, o maior número da série histórica, com crescimento de 1,7% frente ao ano anterior. Em relação a 2012, quando eram 89,3 milhões de ocupados, o avanço acumulado chega a 15,4%.

Também foi recorde o nível da ocupação, indicador da PNAD que mede o percentual de pessoas ocupadas dentro da população em idade de trabalhar. O índice foi estimado em 59,1% em 2025, acima dos 58,6% registrados em 2024 e dos 58,1% de 2012.

Subutilização e desalento recuam

A PNAD aponta que a taxa anual de subutilização da força de trabalho, que inclui desempregados, subocupados e desalentados, caiu para 14,5% em 2025, uma redução de 1,7 p.p. frente a 2024. Em 2019, esse indicador havia atingido 24,4%.

A população subutilizada, segundo a PNAD Contínua, totalizou 16,6 milhões de pessoas, queda de 10,8% em relação ao ano anterior. Apesar da melhora, o contingente ainda está levemente acima do menor nível da série, registrado em 2014, com 16,3 milhões.

Já a população desalentada, medida pela PNAD, foi estimada em 2,9 milhões em 2025, recuo de 9,6% na comparação anual. O pico histórico ocorreu em 2021, com 5,5 milhões de pessoas.

Emprego formal cresce e informalidade recua

De acordo com a PNAD, o número de empregados do setor privado com carteira assinada chegou a 38,9 milhões de pessoas em 2025, alta de 2,8% em relação a 2024 e o maior patamar da série histórica.

Em contrapartida, o contingente de trabalhadores sem carteira, conforme a PNAD Contínua, recuou levemente, para 13,8 milhões, queda de 0,8% no ano.

A taxa de informalidade, calculada pela PNAD, passou de 39,0% em 2024 para 38,1% em 2025, sinalizando um processo gradual de maior formalização do mercado de trabalho.

Renda atinge máxima histórica, segundo PNAD

O rendimento real habitual médio, segundo a PNAD, foi estimado em R$ 3.560 em 2025, com crescimento de 5,7% frente a 2024. Desde 2012, o ganho real acumulado é de 15,5%.

Já a massa de rendimentos reais, apurada pela PNAD Contínua, soma de todos os rendimentos do trabalho, alcançou R$ 361,7 bilhões, o maior valor da série, com alta de 7,5% em relação ao ano anterior.

Serviços lideram geração de empregos

Entre os setores, a PNAD mostra que o maior crescimento da ocupação ocorreu em informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias e serviços profissionais, que avançaram 6,8% em 2025, totalizando 13,4 milhões de pessoas ocupadas.

O setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais, segundo a PNAD Contínua, também teve desempenho positivo, com alta de 5,0%, alcançando 19 milhões de trabalhadores.

Por outro lado, a construção civil registrou retração de 3,9%, com redução de 302 mil postos de trabalho, enquanto os serviços domésticos caíram 4,1% no ano.

Análise

Já Maykon Douglas avalia que o desemprego médio de 5,6% em 2025, conforme a PNAD, confirma a robustez do mercado ao longo do ano. No entanto, ele destaca que as últimas duas sondagens da PNAD contrariam a moderação vista em setembro e outubro, quando o desemprego caiu devido apenas à queda da taxa de participação.

“No fim do ano, a ocupação voltou a subir, puxada pelo emprego formal, o que é um bom sinal. Além disso, a massa salarial efetiva se acelerou e voltou a registrar um crescimento real acima de 5,5%“, destaca.

O economista avalia ainda que diferentemente do fraco resultado do Caged divulgado ontem, a PNAD de hoje sugere que o BC tende a permanecer cauteloso com o ritmo de geração de empregos e seu impacto sobre a inflação de serviços intensivos em trabalho, apesar da recente moderação no mercado de trabalho.

“Essas parecem ser as grandes “pedras no sapato” da autoridade monetária“, aponta.

CAGED, PNAD, MERCADO DE TRABALHP

Créditos: depositphotos.com / rafapress

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