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Com 56% de mulheres em posições de liderança, operadora de urgências e emergências prepara expansão internacional

Rafael Lara Por Rafael Lara
07/01/2026
Em EMPRESAS E NEGÓCIOS

A presença feminina em posições de liderança vem se consolidando como um dos vetores mais relevantes de transformação dos modelos de gestão no Brasil. Nos últimos anos, a participação de mulheres em cargos executivos no país ultrapassou 35%, enquanto em empresas com estruturas de governança mais maduras esse índice já se aproxima de 40%.

Organizações com maior diversidade de gênero na liderança apresentam desempenho superior, com até 25% mais probabilidade de registrar rentabilidade acima da média do mercado. Estudos também indicam ganhos operacionais de até 20% em eficiência e produtividade, redução de até 30% na rotatividade de funcionários e melhora superior a 20% nos indicadores de clima organizacional quando há equilíbrio de gênero em posições decisórias.

Mesmo em setores tradicionalmente masculinos, como infraestrutura, saúde operacional e serviços críticos, equipes de liderança mais diversas demonstram até 27% mais chances de tomar decisões estratégicas de longo prazo com menor exposição a riscos, reforçando a diversidade feminina como fator direto de sustentabilidade e geração de resultados.

Nesse contexto, o Grupo Med+ se destaca como um dos casos mais consistentes dessa mudança estrutural. A companhia reúne R$ 1,8 bilhão em contratos ativos, está presente em 49 aeroportos e 12 rodovias brasileiras e conta com cerca de 6 mil colaboradores distribuídos pelo país.

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A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu as portas para uma nova geração de líderes com o concurso da FAB para Oficiais. Com vagas para jovens de 17 a 22 anos, a grande novidade deste ano é um marco histórico: pela primeira vez, mulheres poderão ingressar na Infantaria, provando que lugar de mulher é onde ela quiser. Quais são as carreiras que o concurso da FAB oferece? A porta de entrada para a carreira de Oficial de Carreira da Aeronáutica se dá por meio de três áreas de formação distintas, cada uma com uma missão vital para a defesa do espaço aéreo brasileiro. A escolha define o futuro do cadete dentro da Força. Abertura inédita do concurso da Força Aérea Brasileira para mulheres na área de Infantaria A seguir, veja o tripé de carreiras disponíveis no Exame de Admissão (IE/EA CFOAV/INT/INF 2026), que formará os futuros líderes da FAB. As três áreas de formação: Oficiais Aviadores: Responsáveis por pilotar as mais diversas aeronaves, desde caças a aviões de transporte. Oficiais Intendentes: Gerenciam a logística, as finanças e a administração das bases aéreas, atuando como os "CEOs" da organização. Oficiais de Infantaria: Comandam as tropas de combate, segurança e defesa antiaérea das instalações da Força (agora com vagas para ambos os sexos). Como é a formação na Academia da Força Aérea? Os aprovados ingressam na Academia da Força Aérea (AFA), localizada em Pirassununga (SP), considerada uma referência latino-americana em aviação militar. A formação dura quatro anos em regime de internato, com uma rotina de disciplina rígida, estudos de nível superior e treinamento militar intenso. Para conhecer a história e a capacidade operacional da nossa aeronáutica, selecionamos o conteúdo do canal Aviões e Músicas, que conta com mais de 2 milhões de inscritos. No vídeo, o especialista detalha visualmente a frota completa da Força Aérea Brasileira, apresentando desde as aeronaves de treinamento até os modernos caças e cargueiros de fabricação nacional: É uma jornada de superação que transforma jovens em líderes. Durante todo o curso, o cadete tem todas as suas despesas pagas (alimentação, moradia, fardamento, assistência médica e odontológica) e ainda recebe um salário mensal (soldo). Leia também: Capaz de erguer 72 toneladas de uma só vez, o titã de 2.300 cavalos com pneus de 4 metros é a maior pá carregadeira do mundo Quais os requisitos e prazos para se inscrever? Para participar, o candidato precisa atender a requisitos básicos de idade e escolaridade, que são eliminatórios. É fundamental ler atentamente o edital oficial para não perder nenhum detalhe do processo seletivo. O checklist abaixo resume os pontos principais para quem sonha em seguir carreira na FAB. Para mais informações, consulte sempre o portal oficial de recrutamento da FAB. Checklist para inscrição: Idade: Não ter menos de 17 nem completar 23 anos até 31 de dezembro de 2025. Escolaridade: Ensino Médio completo na data da matrícula. Inscrições: Geralmente abrem no primeiro semestre do ano anterior ao do curso. Prova: A data exata será divulgada no edital oficial. Qual o futuro após a formatura na AFA? Ao final dos quatro anos, o cadete é declarado Aspirante a Oficial, com um emprego garantido, estabilidade e um plano de carreira definido dentro das Forças Armadas. É a chance de sair de uma formação de nível superior já empregado e com uma remuneração inicial competitiva. O plano de carreira militar, regido por leis específicas do Governo Federal, permite uma progressão contínua de postos e salários ao longo dos anos de serviço. A tabela abaixo mostra o salto financeiro da formação para o início da carreira. Fase Remuneração (Média) Benefícios Inclusos Cadete (Aluno) Soldo de R$ 1.185,00 Moradia, alimentação, saúde. Aspirante (Formado) Bruto acima de R$ 7.300,00 Plano de carreira, estabilidade.

Pela primeira vez na história, mulheres poderão ingressar na Infantaria da FAB em concurso com salário inicial superior a R$ 7.300,00

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Em 2024, a empresa registrou crescimento de 150% em relação ao ano anterior, consolidando sua posição como referência no segmento de emergências aeroportuárias e rodoviárias. Para Bruna Reis, CEO do grupo, a liderança feminina é consequência direta de uma cultura orientada por competência, gestão humana e visão de longo prazo.

“A diversidade nunca foi tratada como uma pauta simbólica. O foco sempre esteve em formar lideranças capazes de conduzir operações complexas com equilíbrio, responsabilidade e visão de longo prazo”, afirma a executiva.

Atualmente, 56% dos cargos de liderança da empresa são ocupados por mulheres, índice acima da média nacional em posições executivas, especialmente no setor da saúde. A estrutura está alinhada ao conceito de capitalismo consciente adotado pela organização, que busca conciliar crescimento econômico, impacto social e rentabilidade.

“Quando o ambiente de trabalho é saudável e a liderança sabe engajar pessoas, os resultados aparecem de forma consistente, tanto na operação quanto nos indicadores financeiros”, reforça Bruna Reis.

Os movimentos observados no Brasil indicam que a liderança feminina deixou de ser apenas uma tendência e passou a integrar a lógica de competitividade empresarial. Em um ambiente econômico mais exigente, marcado por pressão por eficiência, governança e sustentabilidade, empresas que adotam diversidade estruturada tendem a construir organizações mais resilientes, com decisões melhor fundamentadas e equipes mais engajadas.

A agenda para os próximos anos aponta para a consolidação de políticas de inclusão vinculadas a desempenho, expansão de programas de formação de lideranças femininas e fortalecimento da cultura corporativa como ativo estratégico. À medida que mais companhias incorporam esse modelo de gestão, o país avança para um padrão empresarial em que diversidade não é diferencial reputacional, mas componente essencial para crescimento sustentável, competitividade global e preparação para o futuro.

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