Tombada como Patrimônio Nacional, Pirenópolis, em Goiás, é um destino que une o charme de seus casarões coloniais preservados com a exuberância da natureza do Cerrado. Saber o que fazer em Pirenópolis é se preparar para um roteiro de cachoeiras, história e gastronomia.
O que fazer em Pirenópolis além do Centro Histórico?
O Centro Histórico é o coração da cidade, com suas ruas de pedra, a imponente Igreja Matriz e a famosa Rua do Lazer, que ferve à noite com bares e restaurantes. Caminhar por ali é como voltar no tempo, apreciando a arquitetura do século XVIII.

No entanto, o grande atrativo de “Piri” está em seu entorno, que abriga dezenas de cachoeiras para todos os gostos. Desde poços de fácil acesso, ideais para famílias, até quedas d’água que exigem trilhas mais longas, a natureza é a protagonista do destino.
Principais cachoeiras a seguir:
-
Cachoeira do Abade: Com ótima estrutura e uma ponte suspensa.
-
Cachoeira do Rosário: Famosa pelo seu visual cinematográfico.
-
Cachoeiras dos Dragões: Um complexo com 8 quedas d’água.
-
Santuário de Vida Silvestre Vagafogo: Combina trilha, banho de rio e um brunch colonial.
Pirenópolis é um destino caro?
O custo de uma viagem a Pirenópolis pode variar bastante. A cidade é um destino muito procurado por moradores de Brasília e Goiânia, o que faz com que os preços de hospedagem e alimentação sejam elevados durante os fins de semana e feriados prolongados.
Para mergulhar em um dos destinos mais completos de Goiás, selecionamos o conteúdo do canal Rolê Família. No vídeo a seguir, os viajantes detalham visualmente um roteiro de cinco dias em Pirenópolis, incluindo uma trilha pela impressionante Cidade de Pedra, o banho nas águas cristalinas da Cachoeira dos Dragões e um passeio pelo centro histórico colonial, finalizando com as delícias do café sertanejo na Fazenda Babilônia:
Para economizar, a melhor dica é visitar a cidade durante a semana, quando os preços caem e as cachoeiras estão mais vazias. De acordo com dados do IBGE, o turismo é a principal atividade econômica, influenciando diretamente essa flutuação de preços.
Onde se hospedar para curtir a cidade e a natureza?
A escolha da hospedagem define a experiência. Ficar no Centro Histórico é ideal para quem quer aproveitar a vida noturna da Rua do Lazer e fazer tudo a pé. Já as pousadas na zona rural oferecem mais tranquilidade e, muitas vezes, acesso a cachoeiras privativas.
Para quem busca um meio-termo, hospedar-se nos bairros próximos à saída para as cachoeiras é uma boa opção, combinando praticidade e um ambiente mais calmo. A tabela abaixo compara as principais regiões para ajudar na sua escolha.
| Região | Perfil Principal | Custo de Hospedagem | Destaque Principal |
| Centro Histórico | Agito e charme | Alto | Perto da Rua do Lazer e atrações |
| Saída para as Cachoeiras | Prático e tranquilo | Médio a Alto | Fácil acesso às estradas para os atrativos |
| Zona Rural | Natureza e sossego | Médio a Alto | Pousadas com cachoeiras privativas |
O que mais preciso saber antes de ir?
A melhor época para visitar é durante a estação seca (abril a setembro), quando as chuvas são raras e as águas das cachoeiras ficam cristalinas. Na estação chuvosa (outubro a março), as quedas estão mais volumosas, mas há risco de trombas d’água, exigindo mais cuidado.
O acesso à cidade é feito por rodovias, e ter um carro é essencial para explorar as cachoeiras mais distantes. Para o calendário de eventos, como a famosa Festa do Divino, consulte o site da Prefeitura de Pirenópolis.
Dicas para as trilhas:
-
Use calçados adequados e confortáveis.
-
Leve água, lanche e protetor solar.
-
Tenha dinheiro em espécie, pois muitas cachoeiras não aceitam cartão.

