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Itaú, Bradesco, Santander e BB: o que esperar dos grandes bancos

Renata Nunes Por Renata Nunes
28/10/2025
Em MERCADOS

A temporada de balanços deve evidenciar um cenário de desempenho desigual entre os grandes bancos brasileiros. Enquanto Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) devem apresentar resultados sólidos, o Santander (SANB11) tende a manter estabilidade operacional e o Banco do Brasil (BBAS3) deve ser o destaque negativo, pressionado por provisões elevadas e pela deterioração da carteira agrícola.

De acordo com análise da MSX Invest, o Itaú continua sendo o banco com maior rentabilidade e resiliência operacional, seguido pelo Bradesco, que avança em seu processo de recuperação. O Santander mantém desempenho regular, enquanto o Banco do Brasil enfrenta um ambiente mais desafiador, com queda na qualidade dos ativos e aumento no custo de crédito. Além disso, a assimetria entre as instituições tende a se acentuar no curto prazo, refletindo a capacidade de cada banco em controlar riscos e preservar margens em um cenário de crédito seletivo.

Itaú mantém liderança entre os bancos, com margens robustas

O Itaú deve apresentar lucro líquido recorrente de aproximadamente R$ 11,9 bilhões, avanço de 3% em relação ao trimestre anterior e 12% em base anual. O ROE projetado é de 23,3%, o maior entre os pares. O crescimento é sustentado por uma expansão de 11% na margem financeira líquida e leve aumento nas receitas de tarifas, impulsionado pela retomada dos mercados de capitais. As provisões permanecem sob controle, dentro do guidance da instituição.

Segundo a MSX, o Itaú reforça sua posição de referência em eficiência e disciplina de crédito. “O baixo custo de risco e a rentabilidade consistente justificam o prêmio de valuation do banco em relação aos concorrentes, consolidando o Itaú como o principal nome do setor para investidores que buscam previsibilidade de resultados e estabilidade em retornos“, avalia a a MSX.

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Bradesco mostra sinais de recuperação gradual

O Bradesco deve reportar lucro líquido recorrente entre R$ 6,3 e R$ 6,4 bilhões, o que representa aumento de 4% frente ao trimestre anterior e 21% em um ano. O ROE projetado é de 15%, reforçando a trajetória de recomposição da rentabilidade. A margem financeira deve se manter sólida, beneficiada pelo crescimento de volumes e melhora na margem de passivos, enquanto o custo de risco, embora em leve alta, permanece controlado.

O banco também deve apresentar expansão nas receitas de tarifas e seguros, mesmo em um ambiente competitivo. Para a MSX, o Bradesco demonstra consistência na recomposição de capital e margens, com tendência positiva para 2026. “A plena reprecificação, porém, dependerá da manutenção dessa trajetória nos próximos trimestres, especialmente diante do cenário de juros em queda e maior competição por crédito“, destaca.

Bancos no radar: Santander deve manter estabilidade e seletividade

O Santander Brasil tende a registrar lucro líquido de R$ 3,7 a R$ 3,8 bilhões e ROE de 16%. O banco deve manter estabilidade operacional, com leve melhora na margem de clientes, compensada por perdas em NII de mercado e aumento de 14% nas provisões na comparação anual. O crescimento do crédito continua moderado, concentrado em pequenas e médias empresas, veículos e cartões.

De acordo com a MSX, a estratégia mais conservadora de originação de crédito e o foco em eficiência ajudam a conter volatilidade, mas limitam o ritmo de crescimento. “A instituição deve permanecer entre Itaú e Bradesco em rentabilidade, com recuperação gradual, mas sem catalisadores expressivos no curto prazo“, avalia.

Banco do Brasil enfrenta pressões com provisões agrícolas

O Banco do Brasil deve registrar o resultado mais fraco da temporada, com lucro líquido projetado entre R$ 3,4 e R$ 4,3 bilhões e ROE inferior a 10%. O desempenho deve ser impactado pela elevação de provisões para perdas ligadas ao crédito agrícola e às PMEs, além do aumento do custo de crédito e compressão de receitas. A deterioração da carteira agrícola e a maior exposição a ativos sensíveis ao ciclo rural seguem como principais riscos.

Para a MSX, o banco público enfrenta um descompasso entre rentabilidade e custo de crédito, o que tende a limitar o crescimento. “O terceiro trimestre deve marcar o piso de resultados de 2025, com recuperação esperada apenas para 2026, à medida que o ciclo agrícola se estabilize e o risco de inadimplência reduza“, destaca.

Como os bancos se comparam nesta temporada

  • Itaú (ITUB4): lucro de R$ 11,9 bi, ROE de 23,3%, crescimento de 3% t/t e 12% a/a — desempenho forte e consistente.
  • Bradesco (BBDC4): lucro entre R$ 6,3 e R$ 6,4 bi, ROE de 15%, crescimento de 4–5% — tendência de recuperação gradual.
  • Santander (SANB11): lucro de R$ 3,7–3,8 bi, ROE de 16% — resultado estável, com perfil moderado.
  • Banco do Brasil (BBAS3): lucro entre R$ 3,4 e R$ 4,3 bi, ROE de 7–9% — performance pressionada por provisões e crédito agrícola.

Preferências da MSX e perspectivas

A MSX mantém preferência estrutural por Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4), sustentada por margens elevadas e ROE robustos. Para o Santander, a visão é neutra, enquanto o Banco do Brasil segue fora do portfólio recomendado até a normalização da inadimplência e do crédito rural. A instituição avalia que a assimetria entre os grandes bancos continuará elevada, com o Itaú mantendo liderança isolada e o Bradesco consolidando o retorno à eficiência operacional.

O desempenho do setor bancário deve confirmar o peso crescente da gestão de risco e da eficiência operacional como diferenciais competitivos. Nesse sentido, a leitura dos resultados deve reforçar a percepção de que, em um ambiente de crédito seletivo e juros em queda, a vantagem competitiva dependerá cada vez mais da disciplina financeira e da capacidade de execução de cada banco.

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