BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

BM&C Visões repercute acordo de Paz na Palestina

Renata Nunes Por Renata Nunes
20/10/2025
Em BM&C VISÕES, GEOPOLÍTICA

O programa BM&C Visões, apresentado por Isabela Tacaki, recebeu o cientista político André Lajst, presidente do StandWithUs Brasil, para discutir o recente acordo anunciado como caminho para a paz na Palestina. A conversa abordou implicações políticas, de segurança e diplomáticas para a região e para os atores internacionais, com ênfase na devolução de reféns, na desmilitarização de Gaza e na necessidade de um arranjo institucional capaz de reduzir a influência de grupos radicais.

Ao longo da entrevista, Lajst destacou alívio inicial com a liberação de reféns e apontou que o cessar-fogo permanece frágil. Além disso, explicou que a primeira etapa do plano avança quando há troca de prisioneiros e redesenho de posições militares, enquanto as etapas seguintes dependem de decisões políticas complexas. Nesse sentido, a continuidade do processo exige desradicalização, reconstrução e formação de um governo civil tecnocrático em Gaza, o que ainda encontra resistência.

Leia Mais

haddad

“Crime não justifica rombo fiscal”: economista confronta discurso do governo

1 de dezembro de 2025
Os 3 signos que entram em um dia de sorte e boas notícias

Os 3 signos que entram em um dia de sorte e boas notícias

26 de novembro de 2025

Quais são os pilares do acordo em debate

Segundo Lajst, o plano divulgado em fases prevê passos de segurança e passos políticos. Enquanto isso, a execução prática requer coordenação entre Israel, atores árabes e os Estados Unidos. Por outro lado, sem adesão consistente do Hamas às fases posteriores, cresce o risco de retorno das hostilidades. A leitura central do convidado é que a libertação de reféns retirou a principal alavanca do grupo, mas não encerrou as divergências sobre o futuro de Gaza.

  • Fase de segurança com libertação de reféns e reposicionamento militar
  • Fase política com desmilitarização e transferência de poder para autoridade civil
  • Reconstrução, desradicalização e apoio de um conselho internacional

O que impede a paz na Palestina avançar

Lajst argumenta que o componente técnico pode ser equacionado por negociações sobre fronteiras, segurança e reassentamento. Além disso, recorda pontos herdados dos Acordos de Oslo, como o reconhecimento mútuo e a criação da Autoridade Nacional Palestina. Nesse sentido, a dificuldade central decorre da dimensão política e simbólica envolvida em temas como Jerusalém, assentamentos e refugiados, que mobilizam identidades, religiosidade e memórias de conflito.

Para o cientista político, a educação e a narrativa pública exercem papel decisivo. Enquanto persistirem discursos que negam o direito de existência do outro, a aceitação de compromissos duradouros tende a ser menor. Por outro lado, mudanças institucionais, reformas na liderança palestina e um período prolongado de estabilidade poderiam reabrir espaço para um consenso mínimo entre as sociedades.

Qual é o cálculo dos atores regionais e internacionais?

O convidado avaliou a importância do endosso de países árabes e o papel dos Estados Unidos como fiadores de garantias. Além disso, citou interesses específicos de Turquia, Egito e Qatar, que buscaram contrapartidas de segurança e defesa. Nesse sentido, a capacidade de manter alinhamento diplomático nas próximas etapas será determinante para o sucesso do plano. Caso as fases políticas não avancem, a avaliação internacional pode migrar de crédito inicial para críticas ao resultado insuficiente.

Outro ponto mencionado envolve o reequilíbrio regional após perdas militares de grupos apoiados pelo Irã. Enquanto isso, governos vizinhos perseguem estabilidade doméstica e afastamento de radicalismos. Por outro lado, Lajst ressalta que a consolidação desses movimentos depende de tempo, governança e controle de fronteiras, sem os quais a janela de oportunidade se estreita.

É possível retomar a solução de dois Estados?

Para Lajst, a resposta é condicional. Além disso, seria preciso demonstrar viabilidade técnica e aceitação política simultaneamente. Nesse sentido, a recomendação envolve um caminho que inclua desmilitarização, reforma das instituições palestinas, moderação das narrativas e sinais claros de abandono da violência. Enquanto isso, do lado israelense, o trauma social do ataque de 7 de outubro ainda limita o espaço político para concessões imediatas.

O avanço dependeria de gestos verificáveis e de um período consistente de redução de tensões. Por outro lado, a ausência de avanços concretos alimenta desconfiança e incentiva atores extremistas. A sequência de passos e a criação de mecanismos de monitoramento internacional aparecem como caminhos para transformar o cessar-fogo em processo de paz gradual.

O que muda após o acordo de paz na Palestina para a percepção de segurança?

O entrevistado enfatizou que a devolução de reféns atenua dores imediatas, embora não encerre o ciclo de ameaças. Além disso, as famílias afetadas e as comunidades locais demandam previsibilidade e proteção contra novos ataques. Nesse sentido, a reconstrução de Gaza com governança civil, fiscalização de armamentos e engajamento internacional são condições apontadas como necessárias para reduzir incentivos ao conflito.

Lajst compartilhou uma visão de esperança ancorada em resultados práticos. Enquanto isso, o horizonte de integração econômica e de circulação segura entre cidades hoje separadas por barreiras depende de liderança política, reformas institucionais e educação voltada à coexistência. Por outro lado, sem esses elementos, a retórica de paz não se traduz em mudanças no cotidiano das pessoas.

Quais lições o debate no BM&C Visões deixa para a agenda de paz?

A conversa conduzida por Isabela Tacaki mostrou que a busca por paz na Palestina exige simultaneamente acordos de segurança, governança inclusiva e compromisso de longo prazo. Além disso, a articulação entre Estados Unidos e países árabes fortalece canais de mediação que pressionam atores locais a cumprirem etapas pactuadas. Nesse sentido, o caso de Gaza funciona como teste da capacidade coletiva de desarmar tensões e construir instituições resilientes.

O programa também reforçou a importância de separar o que é tecnicamente negociável do que depende de mudanças políticas e culturais. Enquanto isso, a opinião pública precisará ser mobilizada por resultados tangíveis, como redução de violência, reabertura de serviços e geração de oportunidades econômicas. Por outro lado, a ausência de progresso concreto tende a reativar ciclos de descrença e radicalização.

O que acontece com o FGC se o BRB for liquidado?

A estrada nos Andes cruza o Chile e a Argentina com 29 curvas em zigue-zague; a Los Libertadores atinge 3.200m de altitude em um caminho de neve

“Dólar fraco impulsiona rotação de capital global”, avalia estrategista da Avenue

Projeto de casa térrea compacta com 76 metros quadrados, pátio interno, 2 quartos, 1 banheiro, ventilação cruzada e privacidade

Presidente da ApexBrasil anuncia campanha na Europa para promover acordo Mercosul-UE

Conselho da Paz de Trump transforma o Brasil em peça do tabuleiro global

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.