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O exercício que reduz o risco de Alzheimer segundo a ciência

Larissa Por Larissa
12/05/2025
Em Saúde, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, causando um impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes e suas famílias. Estudos recentes têm destacado o papel crucial que a atividade física pode desempenhar na prevenção dessa condição. A prática regular de exercícios pode ser uma ferramenta poderosa para manter a saúde cerebral e retardar o aparecimento dos sintomas do Alzheimer.

De acordo com diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem realizar entre 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana. Essa recomendação visa não apenas a manutenção da saúde geral, mas também a redução do risco de doenças crônicas, incluindo o Alzheimer. A prática de exercícios na meia-idade, em particular, tem sido associada a um menor risco de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas.

Como a atividade física influencia o risco de Alzheimer?

Pesquisas realizadas pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) investigaram os efeitos da atividade física em indivíduos de meia-idade com histórico familiar de Alzheimer. Utilizando questionários e exames de neuroimagem, os pesquisadores avaliaram como diferentes níveis de atividade física influenciam a saúde cerebral. Os resultados indicaram que indivíduos fisicamente ativos apresentaram menor acúmulo de beta amiloide, uma proteína associada ao Alzheimer.

Além disso, a atividade física foi correlacionada com uma maior espessura cortical, uma característica importante para a função cognitiva. Esses achados sugerem que o exercício regular pode ajudar a preservar a estrutura cerebral e retardar os processos neurodegenerativos associados ao Alzheimer.

Benefícios adicionais da atividade física para o cérebro

A prática regular de exercícios não apenas reduz o risco de Alzheimer, mas também oferece uma série de outros benefícios para a saúde cerebral. A atividade física melhora a circulação sanguínea, aumenta a liberação de neurotransmissores e promove a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se adaptar e formar novas conexões.

Mesmo níveis moderados de atividade física podem ser benéficos. Estudos sugerem que qualquer aumento na atividade, mesmo que abaixo das recomendações da OMS, pode contribuir para a saúde cerebral. Isso reforça a ideia de que incentivar o movimento em qualquer forma é uma estratégia eficaz para a prevenção de doenças neurodegenerativas.

O exercício que reduz o risco de Alzheimer segundo a ciência
Idosos praticando exercício (Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko)

Por que focar na atividade física durante a meia-idade?

A meia-idade é um período crítico para a implementação de hábitos saudáveis que podem impactar a saúde a longo prazo. Promover a atividade física durante essa fase da vida pode ser uma estratégia eficaz para reduzir a incidência de Alzheimer e outras doenças relacionadas ao envelhecimento. Intervenções que incentivem o aumento da atividade física podem ter um impacto significativo na saúde pública.

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O foco deve estar no aumento gradual ao longo do tempo, em vez de simplesmente atingir um limite específico. Isso pode ser alcançado através de programas comunitários, campanhas de conscientização e políticas públicas que incentivem estilos de vida ativos.

Incorporando a atividade física na vida diária

Para integrar a atividade física de forma eficaz na rotina diária, algumas estratégias podem ser adotadas:

  • Escolher atividades que sejam agradáveis e fáceis de manter a longo prazo.
  • Estabelecer metas alcançáveis e aumentar gradualmente a intensidade dos exercícios.
  • Incorporar exercícios em atividades diárias, como caminhar até o trabalho ou usar escadas em vez de elevadores.
  • Participar de grupos de exercícios ou aulas para aumentar a motivação e o compromisso.

Em resumo, a atividade física é uma ferramenta essencial na prevenção do Alzheimer. Promover o exercício regular, especialmente durante a meia-idade, pode reduzir significativamente o risco de desenvolvimento da doença. As descobertas do ISGlobal enfatizam a importância de políticas públicas que incentivem estilos de vida ativos para melhorar a saúde cerebral e prevenir doenças neurodegenerativas.

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