Ásia: bolsas fecham em baixa, focando possíveis sanções mais duras contra Rússia

A proposta de banimento da energia russa, que a Câmara dos Representantes dos EUA pode votar já nesta terça, derrubou as bolsas de Nova York ontem, ao mesmo tempo em que impulsionou os preços do petróleo
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As bolsas asiáticas fecharam em baixa generalizada nesta terça-feira, 8, enquanto investidores ponderam as consequências de possíveis sanções mais severas do Ocidente contra a Rússia, em meio aos ataques na Ucrânia.

Na China continental, as perdas foram mais expressivas: o Xangai Composto teve queda de 2,35%, a 3.293,53 pontos, atingindo seu menor patamar desde novembro de 2020, e o menos abrangente Shenzhen Composite caiu 2,89%, a 2.139,67 pontos.

Em outras partes da Ásia, o índice japonês Nikkei recuou 1,71% em Tóquio, a 24.790,95 pontos, enquanto o Hang Seng se desvalorizou 1,39% em Hong Kong, a 20.765,87 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 1,09% em Seul, a 2.622,40 pontos, e o Taiex registrou baixa de 2,06% em Taiwan, a 16.825,25 pontos.

No fim de semana, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, revelou que Washington vem discutindo com aliados europeus a possibilidade de banir a importação de petróleo e de gás natural russos, em mais uma sanção pela invasão da Ucrânia. Os EUA, no entanto, podem tomar a iniciativa por conta própria, sem participação da Europa, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Ontem, o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, disse se opor ao corte de compras de energia da Rússia.

A proposta de banimento da energia russa, que a Câmara dos Representantes dos EUA pode votar já nesta terça, derrubou as bolsas de Nova York ontem, ao mesmo tempo em que impulsionou os preços do petróleo.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o tom negativo da Ásia e de Wall Street, e o S&P/ASX 200 caiu 0,83% em Sydney, a 6.980,30 pontos.

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