Aumento de juros nos EUA é grande risco para economia do Brasil, diz Stormer

Stormer lista as principais as dificuldades que o Banco deve enfrentar no próximo ano
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Na manhã desta sexta-feira (26), em entrevista ao BM&C News, Alexandre Stormer, sócio-fundador da L&S e da Liberta Investimentos, avaliou os desafios do Banco Central para controlar a inflação do país em 2022.

“Nós temos uma série de dificuldades pela frente no ano que vem”. Entre as dificuldades, Stormer aponta a inflação nos EUA, que pode fazer com que o Fed (Federal Reserve, o Banco Central Americano) aumente as taxas de juros por lá. “Se os EUA sobem os juros, temos que subir aqui também. Isso pode levar a nossa economia para uma recessão”, afirmou. “Este é o grande risco [para o Banco Central] ano que vem”, afirmou.

Segundo ele, o Banco Central errou quando reduziu a taxa de juros para níveis historicamente baixos, chegando a 2% ao ano. “Foi um exagero”, disse. Em contrapartida, ele também acha que agora o BC está exagerando na outra ponta.

“Eles vão aumentar agora 1,5 p.p [na próxima reunião do Copom] já prometeram 1,25 para a próxima. Ou seja, taxa de juros a 11,5% também já é um exagero, já está fora do que seria necessário”.

Confira a análise na íntegra:

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