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AMER3 e LAME4: O que está acontecendo com os papéis da Americanas?

Eduardo Saraiva Por Eduardo Saraiva
10/01/2022
Em MERCADOS

*Texto atualizado em 18/10/2021 às 18h30

A Americanas e a Lojas Americanas anunciaram na segunda-feira, dia 18, em fato relevante que avaliam fundir suas operações, antes de uma planejada listagem do grupo na Nasdaq. As empresas “identificaram uma oportunidade reorganização societária anterior à listagem Internacional, combinando no Brasil as respectivas bases acionárias das companhias no Novo Mercado”.

As companhias haviam anunciado o plano de fusão em abril, proposta que inclui eventual listagem nos Estados Unidos por meio de uma migração da base acionária da companhia, a ser chamada de Americanas Inc.

Com as notícias de uma reorganização societária, as ações da Americanas (LAME4) subiram mais de 20% no dia 18 de outubro. Apesar disso, as ações da Americanas e da Lojas Americanas tiveram uma forte desvalorização nos últimos meses, afastando-se dos seus concorrentes. Considerando os preços dos papéis entre setembro de 2020 e o mesmo mês deste ano, os tickers LAME4 e AMER3 tiveram desvalorizações acima de 50%, enquanto outras ações do setor de varejo ficaram na média de 20% de queda.

Além das intensas baixas, as ações de Americanas e Lojas Americanas também sofreram com forte volatilidade, com fortes altas e quedas que geralmente iam na contramão de outros papéis do varejo e até mesmo do Ibovespa, índice de referência da bolsa brasileira. Apesar disso, levando em conta os últimos 30 dias, LAME4 foi a única que registra ganhos, valorizando-se pouco mais de 3%. Acionistas da empresa ficam sem direção definida.

O momento que as empresas se afastaram da concorrência começou a partir de julho deste ano, quando houve a parceria com a companha B2W Digital e a consequente união dos papéis para a criação de um novo ticker, a AMER3.

B2W Digital e Americanas S.A.

Em abril, o Comitê Independente formado pela B2W propôs à administração a relação de troca de ações na incorporação. Assim, para cada uma ação ordinária ou preferencial da Lojas Americanas, os acionistas receberiam R$ 0,18 ação da B2W.

Americanas e a B2W celebraram o acordo para a combinação operacional das duas empresas, com a cisão parcial dos ativos da Lojas Americanas que foram incorporados pela B2W. Assim, seriam emitidos 339.355.391 novos papéis desta última. Essa proposta ainda terá que ser aprovada pelos acionistas das duas companhias.

Além disso, dias antes de ocorrer o desmembramento das ações, a Americanas soltou fato relevante avisando sobre o novo código de negociação, que se passaria a se chamar AMER3 e começou na bolsa em 19 de julho.

Motivos

Apesar das perdas mais intensas em julho, especialistas não consideram que o principal motivo tenha sido a parceria entre as duas empresas.

“Eu acho que por si só, a combinação de negócios não foi o que impactou negativamente o resultado da companhia, a performance da companhia desde a sua combinação. Eu acho que acabou coincidindo, na verdade, foi o fato de a companhia ter entregue um resultado no primeiro semestre negativo, muito aquém do que era esperado em termos de rentabilidade”, disse Georgia Jorge, analista do setor de varejo do BB Banco de Investimento (BB-BI). “Ela conseguiu crescer o canal digital em termos de receita de vendas, mesmo com uma base comparativa bastante forte, só que o braço físico, que é a Lojas Americanas, agora Americanas, cresceu muito pouco. Ela teve um crescimento muito pífio no primeiro semestre deste ano.”

Jorge enfatizou que o e-commerce ganhou destaque com a pandemia do coronavírus. “Todo mundo acaba olhando para o segmento mais seguro que seria o comércio eletrônico, que foi super beneficiado com a Covid-19. E este ano, inclusive, continua crescendo acima de uma base comparativa superforte, mas não havia necessidade de tanto temor, de tanta preocupação em relação ao comércio físico e ao que chamam de varejo tradicional”, afirmou.

De fato, o setor teve uma vantagem competitiva com a necessidade do comércio eletrônico com a pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Neotrust, as vendas no e-commerce registraram um crescimento nas vendas de 68% em 2020, em comparação com 2019. A participação do comércio eletrônico no faturamento total do varejo passou de 5% no final de 2019 para 10% em alguns meses do ano passado.

No primeiro semestre deste ano, o e-commerce cresceu ainda mais. O relatório elaborado pela Ebit|Nielsen, em parceria com o Bexs Banco, mostrou que essa área cresceu 31%, atingindo R$ 53,4 bilhões em vendas.

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“A equivalência patrimonial muito negativa que a Americanas alega fazer parte do roadmap dela para alavancar a AME Digital, que é o braço financeiro dela, com serviços financeiros, cartão de crédito, empréstimo, conta digital e tudo mais”, disse a analista do BB-BI, que destacou o principal motivo da queda nas ações da Lojas Americanas pode ser em decorrência da estratégia de negócios que a empresa tomou.

“Mas o que acaba incomodando os investidores. Vocês precisam fazer esse investimento, mas até quando? Que momento a gente tem que considerar essa equivalência patrimonial negativa. Ao mesmo tempo, a gente vê a Magazine Luiza, a Via e o Mercado Livre crescendo sem precisar fazer esses investimentos”, afirmou.

Marco Saravalle, estrategista-chefe da SaraInvest, avalia que o principal fator para a queda da AMER3 está mais relacionado ao ambiente macroeconômico. “A gente tem dúvida no setor como um todo. Então, a companhia [Americanas] também pode estar decepcionando no curto prazo, em relação às expectativas que o mercado tinha, mas na minha opinião é muito mais o fator macro que está jogando contra”, destacou.

Saravalle explica que a questão macro que mais influencia o mercado é a taxa de juros maior. Os setores mais atingidos são principalmente varejo, consumo e a construção civil. Com isso, a exposição a esses papéis é reduzida pelos investidores.

“O setor inteiro está sendo penalizado. Algumas mais, outras menos, mas o setor inteiro, na minha opinião, está com desconto excessivo. Para mim, é muito mais macro, o cenário, do que os fatores individuais de cada empresa”, afirmou.

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