Juro alto nos EUA, eleição no Brasil e dólar: o que o mercado está vendo agora
Como o juro alto nos Estados Unidos e o corte da Selic mexem com o câmbio, o fluxo de capital e o humor dos investidores em relação ao Brasil?Neste trecho do BM&C News, o convidado Fabio Fares analisa: - O impacto do juro elevado nos EUA e do corte da Selic no diferencial de juros Brasil x EUA; - Por que o Brasil fica menos atrativo para o investidor estrangeiro quando o retorno cai e o risco permanece alto; - O papel do petróleo e da incerteza fiscal na formação do câmbio; - O “prêmio eleitoral” embutido nos preços dos ativos brasileiros; - Como grandes bancos globais (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Barclays, BlackRock) estão lendo o Brasil e projetando o dólar em diferentes cenários eleitorais; - A percepção de que uma eventual alternância de poder poderia, num primeiro momento, fortalecer o real pela expectativa de maior austeridade fiscal; - Os desafios para qualquer governo a partir de 2027: recuperar confiança, melhorar o perfil da dívida, organizar as contas públicas e reativar uma economia estagnada.O analista ressalta que esta é uma das eleições mais difíceis de precificar, com cenário muito apertado e imprevisível, e que o mercado só deve “comemorar” após o resultado oficial do TSE.Acompanhe o BM&C News para mais análises de economia, juros, câmbio e política econômica.