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Robôs humanoides já circulam entre pessoas e a nova geração está mais realista do que muitos esperavam

Larissa Por Larissa
23/02/2026
Em Curiosidades, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A nova geração de robôs humanoides chama atenção não apenas pela tecnologia embarcada, mas pelo grau de semelhança com o corpo humano e pelo tipo de tarefa que já consegue executar. Esses sistemas começam a transitar de protótipos de demonstração para plataformas focadas em serviços, pesquisa e aplicações em ambientes extremos, com destaque para o robô biomimético Moya, que impressiona pelo realismo das expressões faciais e pela forma como se movimenta em meio a pessoas.

O que são robôs humanoides biomiméticos e como o Moya se aproxima do corpo humano?

Entre os modelos recentes de robôs humanoides, Moya se destaca por priorizar o biomimetismo, ou seja, a reprodução de características do corpo humano em escala e proporção reais. Com cerca de 1,65 metro de altura, aproximadamente 32 quilos e superfície com temperatura entre 32 e 36 graus Celsius, o sistema foi projetado para ter aparência próxima à de uma pessoa adulta em contextos de interação social.

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O robô utiliza atuadores e mecanismos finos para gerar microexpressões faciais em olhos, bochechas e boca, tornando a comunicação não verbal mais fluida. A marcha tem padrão de caminhada semelhante ao passo humano e o chassi modular permite trocar rosto e elementos externos, abrindo caminho para múltiplas “identidades” em áreas como saúde, educação e hotelaria de alto padrão.

Robôs humanoides já circulam entre pessoas e a nova geração está mais realista do que muitos esperavam
Tecnologia aproxima robôs humanoides do corpo humano

Como o público reage a robôs humanoides realistas no dia a dia?

O contato do público com humanoides biomiméticos costuma gerar reações divididas: parte das pessoas vê esses robôs como assistentes promissores, enquanto outra parte relata desconforto ligado ao “vale da estranheza”. Esse fenômeno ocorre quando algo é quase humano, mas não totalmente, afetando a aceitação em ambientes como clínicas, escolas e hotéis.

Por esse motivo, pesquisas em design, ergonomia e interação são tão importantes quanto o avanço dos sensores e algoritmos de controle. Estudos em psicologia, ética e experiência do usuário também ganham espaço, buscando formas de tornar a presença dos robôs socialmente mais natural e menos ameaçadora para diferentes perfis de usuários.

Como robôs humanoides operam em ambientes extremos e em demonstrações públicas?

Enquanto Moya se concentra na interação social, outros robôs humanoides são desenvolvidos para atuar em cenários de clima severo e terreno irregular. O modelo G1, por exemplo, foi projetado para funcionar em temperaturas muito baixas, percorrendo longas distâncias em campo de neve próximo de –47,4 graus Celsius com equilíbrio e estabilidade.

Esse robô tem cerca de 1,27 metro de altura, peso em torno de 35 quilos e dezenas de motores nas articulações, com navegação baseada em LiDAR 3D, câmeras de profundidade e posicionamento por satélite. Já um humanoide apresentado por uma montadora de veículos elétricos em Shenzhen, com 1,78 metro e 70 quilos, usa 62 juntas ativas, mãos com 22 graus de liberdade e rosto digital em tela curva, evidenciando em demonstrações públicas os desafios reais de equilíbrio e segurança.

Com mais de 358 mil visualizações, o vídeo do canal AI Revolution mostra como a Moya funciona e suas características:

Quais avanços tornam os robôs humanoides mais eficientes e úteis?

Por trás de cada robô humanoide há inovações discretas em articulações, sensores e algoritmos, como juntas inspiradas no joelho humano que usam superfícies curvas que rolam e deslizam entre si. Em testes, essas articulações compensaram desalinhamentos em quase todos os cenários avaliados e, em garras robóticas, permitiram segurar mais de três vezes o peso suportado por modelos tradicionais com o mesmo atuador.

Outra frente envolve humanoides capazes de executar tarefas enquanto caminham, aproximando-se de rotinas de logística e serviços. Para isso, integra-se visão computacional, planejamento e controle de corpo inteiro, combinando mapas em camadas com compreensão semântica do ambiente a fim de classificar áreas, obstáculos e rotas preferenciais em depósitos, hospitais e centros de distribuição. A seguir, alguns avanços que tornaram robôs mais eficientes:

  • Um módulo de interação traduz o reconhecimento de objetos em ações físicas, preservando eficiência computacional.
  • Melhorias estruturais e em atuadores aumentam o torque e reduzem o aquecimento em uso contínuo.
  • Esses fatores ampliam a capacidade de carga e a durabilidade dos componentes em aplicações reais.

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Quais usos práticos os robôs humanoides devem ter nos próximos anos?

Com a combinação de humanoides biomiméticos, plataformas resistentes ao frio intenso e sistemas voltados à logística, o campo de aplicação tende a se diversificar. Em curto e médio prazo, esses robôs devem ser adotados principalmente por empresas e instituições, devido ao custo elevado e à necessidade de manutenção especializada.

Entre os possíveis usos de robôs humanoides, destacam-se o atendimento e recepção em ambientes de alto fluxo, a logística interna em armazéns e linhas de produção, a inspeção em áreas de risco, o suporte físico por meio de exoesqueletos e a educação em cursos de engenharia, saúde e robótica, enquanto temas como segurança, regulamentação e impacto no trabalho humano permanecem em debate.

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