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Ibovespa fecha em queda com resultado do Banco do Brasil e fusão Marfrig-BRF

Rafael Lara Por Rafael Lara
16/05/2025
Em ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O principal índice da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa, encerrou o pregão desta quinta-feira, 16 de maio, com queda de 0,86%, aos 138.141 pontos. O recuo vem após a máxima histórica registrada na véspera e reflete uma combinação de fatores corporativos e macroeconômicos que impactaram o humor dos investidores.


Banco do Brasil decepciona e ações despencam

O maior destaque negativo da sessão foi o Banco do Brasil (BBAS3), que viu suas ações caírem mais de 12% após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. O lucro líquido ajustado do banco foi de R$ 7,37 bilhões, o que representa uma queda de 20,7% na comparação anual, ficando abaixo das expectativas do mercado.

O resultado foi impactado, principalmente, pelo aumento da inadimplência no setor agropecuário, reflexo das dificuldades enfrentadas pelo agronegócio. A performance fraca surpreendeu analistas, que vinham mantendo expectativas mais positivas sobre a gestão de risco da instituição.


Fusão Marfrig e BRF movimenta o setor de alimentos

A Marfrig (MRFG3) anunciou a aquisição de 100% das ações da BRF (BRFS3), criando uma nova companhia chamada MBRF, com faturamento estimado em R$ 152 bilhões por ano. A operação, que visa unir forças no setor de proteínas, mexeu com o mercado.

As ações da Marfrig dispararam 16,55%, enquanto os papéis da BRF caíram 0,48%, refletindo cautela por parte dos investidores em relação à complexidade da integração e aos riscos regulatórios envolvidos.


Gripe aviária acende alerta no agronegócio

O Ministério da Agricultura confirmou o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade em uma granja comercial no Rio Grande do Sul. A notícia gerou forte repercussão, especialmente após a China suspender temporariamente a importação de frango brasileiro de algumas regiões.

O episódio impactou o setor de proteínas, com ações de empresas como BRF e JBS sofrendo pressões negativas, em meio a temores de novas restrições comerciais e prejuízos no curto prazo.


Dólar fecha com leve queda após dados dos EUA

O dólar comercial encerrou o dia com uma leve baixa de 0,18%, cotado a R$ 5,669. O câmbio foi influenciado por dados econômicos vindos dos Estados Unidos, especialmente o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, que recuou para 50,8 pontos em maio, abaixo das projeções.

Esse resultado reforça a visão de que a economia americana pode estar perdendo força, o que pode influenciar futuras decisões do Federal Reserve sobre taxas de juros.


Mercado internacional: Bolsas europeias sobem

No exterior, os principais índices europeus fecharam em alta, impulsionados por resultados corporativos positivos e por uma melhora na percepção sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China. O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, atingiu nova máxima histórica ao subir 0,39%, aos 23.767 pontos.


Perspectivas do mercado

Os investidores seguem atentos aos desdobramentos da fusão entre Marfrig e BRF, aos efeitos da gripe aviária sobre o setor agropecuário e às sinalizações do cenário internacional. No radar também estão os próximos indicadores econômicos no Brasil e no exterior, que devem continuar influenciando o comportamento da bolsa e do câmbio.

Ibovespa fecha em queda com resultado do Banco do Brasil e fusão Marfrig-BRF; dólar tem leve recuo

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O maior destaque negativo da sessão foi o Banco do Brasil (BBAS3), que viu suas ações caírem mais de 12% após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. O lucro líquido ajustado do banco foi de R$ 7,37 bilhões, o que representa uma queda de 20,7% na comparação anual, ficando abaixo das expectativas do mercado.

O resultado foi impactado, principalmente, pelo aumento da inadimplência no setor agropecuário, reflexo das dificuldades enfrentadas pelo agronegócio. A performance fraca surpreendeu analistas, que vinham mantendo expectativas mais positivas sobre a gestão de risco da instituição.


Fusão Marfrig e BRF movimenta o setor de alimentos

A Marfrig (MRFG3) anunciou a aquisição de 100% das ações da BRF (BRFS3), criando uma nova companhia chamada MBRF, com faturamento estimado em R$ 152 bilhões por ano. A operação, que visa unir forças no setor de proteínas, mexeu com o mercado.

As ações da Marfrig dispararam 16,55%, enquanto os papéis da BRF caíram 0,48%, refletindo cautela por parte dos investidores em relação à complexidade da integração e aos riscos regulatórios envolvidos.


Gripe aviária acende alerta no agronegócio

O Ministério da Agricultura confirmou o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade em uma granja comercial no Rio Grande do Sul. A notícia gerou forte repercussão, especialmente após a China suspender temporariamente a importação de frango brasileiro de algumas regiões.

O episódio impactou o setor de proteínas, com ações de empresas como BRF e JBS sofrendo pressões negativas, em meio a temores de novas restrições comerciais e prejuízos no curto prazo.


Dólar fecha com leve queda após dados dos EUA

O dólar comercial encerrou o dia com uma leve baixa de 0,18%, cotado a R$ 5,669. O câmbio foi influenciado por dados econômicos vindos dos Estados Unidos, especialmente o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, que recuou para 50,8 pontos em maio, abaixo das projeções.

Esse resultado reforça a visão de que a economia americana pode estar perdendo força, o que pode influenciar futuras decisões do Federal Reserve sobre taxas de juros.


Mercado internacional: Bolsas europeias sobem

No exterior, os principais índices europeus fecharam em alta, impulsionados por resultados corporativos positivos e por uma melhora na percepção sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China. O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, atingiu nova máxima histórica ao subir 0,39%, aos 23.767 pontos.


Perspectivas do mercado

Os investidores seguem atentos aos desdobramentos da fusão entre Marfrig e BRF, aos efeitos da gripe aviária sobre o setor agropecuário e às sinalizações do cenário internacional. No radar também estão os próximos indicadores econômicos no Brasil e no exterior, que devem continuar influenciando o comportamento da bolsa e do câmbio.

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